Brooklyn Bridge, Wall Street e High Line!

Hello!!

Hoje escreverei sobre um dos passeios mais marcantes da minha viagem, o dia em que conheci a Brooklyn Bridge, o distrito financeiro e a High Line! Quem me acompanhou nesse passeio foi meu grande amigo Alex, que já escreveu aqui para o blog também (clique aqui  e aqui para ler)!

Nesse dia, eu e o Alex almoçamos e, enquanto almoçávamos, começamos a definir qual seria o roteiro. Cogitamos fazer várias coisas e no fim acabamos combinando o seguinte: desceríamos numa estação de metrô perto da Brooklyn Bridge e a atravessaríamos de bicicleta, andaríamos por Wall Street para conhecer o distrito financeiro e terminaríamos o dia vendo o pôr do sol na High Line. O tempo para fazer tudo isso estava folgado, talvez desse para vermos outras coisas ainda pelo caminho!

Saindo de Tarrytown, descemos na Marble Hill para pagar menos na passagem do trem, já que de qualquer forma iríamos usar o metrô para chegar até a ponte do Brooklyn (se quiser saber mais como isso funciona, clique aqui). Pegamos a linha 1 vermelha até a Chambers St., onde fizemos uma baldeação para a linha A azul e, logo depois, descemos na estação High Street. Esse trajeto de metrô demorou aproximadamente 1 hora e 15 minutos!

Saindo da estação não fazíamos ideia para qual lado seguir, entretanto, existia um enorme fluxo de turistas indo em uma direção. Não pensamos duas vezes e começamos a ir também! Não muito tempo depois começamos a ver a ponte com toda sua imponência. Andando mais um pouco chegamos em uma espécie de cais e, sem que nos déssemos conta, estávamos tendo uma das melhores visões possíveis de Manhattan!

 (clique nas fotos para ampliar)

Andando mais um pouco por esse cais encontramos um bom local para bater fotos. A tarde daquela terça-feira estava linda: o céu azul e com nuvens, o sol brilhando e a temperatura super alta! (aproveito para reforçar aqui a importância de passar protetor solar mesmo quando o sol estiver fraco!)

Estávamos encantados com essa vista! Mesmo depois de três semanas eu ainda não conseguia acreditar que estava em New York e que, infelizmente, minha viagem estava chegando ao seu fim! Aproveitamos para tirar mais algumas fotos.

Começamos a voltar, um pouco antes de adentrar o cais havíamos visto um local que fazia aluguel de bicicletas. Chegando lá perguntamos como funcionava e o moço nos disse que o aluguel era de US$ 10,00 por hora e que poderíamos devolver a bicicleta do outro lado da ponte num local que ele nos apontou no mapa. O pagamento seria realizado na chegada, porém tivemos que fornecer um número de cartão de crédito como garantia.

Pegamos nossas bikes, subimos nelas e começamos a pedalar. O cais estava localizado quase que na metade da ponte, ou seja, olhando de onde estávamos a ponte estava quase na metade de sua extensão. Tivemos que voltar um bom trecho para conseguir chegar até seu começo. O caminho foi bem tranquilo, é bem comum ver turistas e até mesmo os nativos andando de bicicleta nas laterais das ruas. É super seguro desde que você não invada o espaço dos carros e respeite as regras de trânsito locais (que são praticamente as mesmas existentes aqui no Brasil, como por exemplo: não atravessar a rua pedalando, e sim andando com a bicicleta ao seu lado).

Chegando quase no começo da ponte estávamos andando por um caminho lateral que me pareceu ser um local onde não poderíamos estar andando… Havia uma guarita policial e o local era todo cercado! Paramos para pedir informação de onde era o início da ponte e o guarda gentilmente nos indicou que não estava tão distante assim! Mais um minuto de pedalada e, finalmente, começamos a subir a ponte!

Vale ressaltar que eu disse subir a ponte, e não atravessar… O primeiro trecho do passeio é uma subida MUITO íngreme! Não aguentamos subir direto e tivemos que parar no meio do caminho para recuperar o fôlego! É claro que a parada não foi tão à toa assim, aproveitamos para tirar algumas fotos!

E continuamos a nossa subida. Parecia que a parte alta da ponte não chegava nunca! Como o caminho é dividido em dois, uma parte para os pedestres e outra para os ciclistas, tivemos que nos manter o tempo todo do lado direito dividindo a pista com quem ia e vinha. Não foi fácil, havia bastante gente lá naquele dia! Quando eu achei que teríamos que parar novamente para recobrar o fôlego, o caminho ficou reto! Entre os pilares da ponte o trajeto inteiro é plano e, finalmente, conseguimos relaxar e respirar um pouco!

A terceira parte da ponte foi a mais legal… Não sei bem ao certo quanto tempo demoramos pra subir, mas posso garantir que descemos a ponte em menos de 2 minutos! Foi incrível sentir todo o esforço da subida recompensado enquanto a bicicleta descia somente com a força da gravidade!  Apreciamos a vista de Manhattan se aproximando de nós juntamente com o vento batendo no rosto!

Chegando no fim da ponte começamos a procurar o local que o rapaz havia nos indicado para devolver a bicicleta. Começamos a dar voltas. E mais voltas. E mais voltas. Paramos para pedir informação, nos indicaram o caminho. Seguimos por longos minutos e paramos para descansar na sombra enquanto pensávamos o que fazer, já que não encontrávamos o local de devolução do aluguel de forma alguma!

Eu lembrava que era em algum lugar localizado do lado esquerdo da ponte, e a única coisa que havia lá era um parque. Seguimos então para o parque. Nessa altura do campeonato já estávamos andando há mais de uma hora e nos localizávamos próximos do complexo World Trade Center. Pegamos o caminho que nos levaria até o parque.

Dentro desse parque, o Battery Park, demos mais voltas. Em um determinado momento pegamos um caminho que margeava o rio Hudson e fornecia uma visão ao longe da Estátua da Liberdade! O sol estava começando a ficar mais baixo. Foi uma visão maravilhosa, porém estávamos com pressa para devolver a bicicleta! O aluguel já iria completar duas horas! Quando chegamos ao outro extremo do parque atravessamos uma espécie de porto de embarque e desembarque e, quando menos esperávamos, avistamos uma barraquinha com o nome da empresa que havíamos alugado a bicicleta… Aquele momento foi como encontrar a luz no fim do túnel! Chegamos lá super cansados e suados, já que o dia estava muito quente. O rapaz nos perguntou se havíamos gostado do passeio e explicamos para ele tudo o que havia acontecido! Ele pediu para que entregássemos a ele o papel do aluguel para fazer a cobrança. Para nossa surpresa (e talvez sorte) o rapaz do local onde retiramos as bicicletas se esqueceu de anotar o horário de início do aluguel! Ou seja, não era possível saber quanto tempo havíamos ficado com a bicicleta! Entendendo toda a situação, o rapaz cobrou o aluguel somente por uma hora! Ficamos aliviados!!

Saindo do parque não nos aguentávamos de calor e sede! Nossas garrafinhas já estavam vazias a essa altura! Pedimos indicação para chegar ao Starbucks mais próximo, que não era muito distante. Entrando lá pedimos umas bebidas bem geladas, sentamos num sofá e começamos a tentar entender o que havia acontecido… Estávamos um tanto quanto atordoados! Depois de relaxar, refrescar e hidratar, continuamos nosso passeio.

Seguimos em direção ao Charging Bull, um dos grandes símbolos e ponto turístico do Centro Financeiro de Manhattan! Andamos alguns minutos até que achamos estar seguindo na direção errada. Paramos para pedir informação a um policial em frente a um parque. Ele todo simpático nos apontou para o outro lado do parque, onde avistamos uma multidão em volta de uma estrutura metálica. Agradecemos e começamos a ir. Nesse momento o Alex me para e fala: “Vamos pedir pra tirar uma foto com o guarda, ele foi tão legal com a gente!” e eu digo: “Ok!”… Chegamos no guarda e falamos: “Você foi tão legal, pode tirar uma foto com a gente?” e ele respondeu: “Claro!”, colocou seus óculos escuro e fez cara de mau. Nesse momento colocamos nossos óculos também, nos aproximamos do guarda e batemos a foto… Talvez essa tenha sido uma das fotos mais marcantes, uma das mais engraçadas e uma das que possuí mais história para contar! Sem mais delongas, a foto:

IMG-20150829-WA0002

IMG_0967Agradecemos a foto e atravessamos o parque para conhecer o famoso Charging Bull. Havia muita gente naquele lugar… Todos tentando tirar foto com a cabeça do touro. Enquanto isso, algumas pessoas iam atrás do touro e passavam a mão em um local bem, digamos, peculiar! Já havia lido sobre isso: dizem que o ritual traz sorte e dinheiro. Resolvi não perder a chance e pedi para o Alex registrar o momento em uma foto (a mais constrangedora e engraçada de todas)…

Depois de esperar algum tempo, a grande multidão do local foi se dispersando e conseguimos tirar uma foto mais “bonita” do que a anterior… Hahahahahaha!

A visão dessa pontinha de bifurcação de rua proporcionou uma visão maravilhosa!

IMG_0978

Seguimos andando por entre as ruas e fomos parar no meio do distrito financeiro! Infelizmente não tirei fotos, mas foi incrível observar os novaiorquinos engravatados e as mulheres com saias e salto alto correndo de um lado para o outro, desviando dos turistas que assim como nós estavam encantados com a atmosfera local!

Como o sol estava começando a ficar perto do horizonte decidimos ir até a High Line ou não conseguiríamos chegar a tempo de vê-lo se pôr! Pegamos o metrô na estação Rector St. e seguimos na linha 1 vermelha até a 14 St. Station, onde descemos. O trajeto demorou aproximadamente 20 minutos. Quando saímos da estação e vimos o céu começamos a ficar preocupados… O sol estava quase no horizonte. Começamos a correr em direção ao Chelsea Market, onde poderíamos subir na High Line . Atravessamos todo o mercado praticamente correndo e por isso não tiramos fotos. O local é maravilhoso, uma antiga fábrica da Nabisco onde o biscoito Oreo foi inventado! Hoje, o espaço abriga diversos restaurantes e lojas com os mais diversos alimentos e especiarias.

Saindo do outro lado do mercado avistamos a escada para subir na High Line. Chegando lá percebemos que o sol havia acabado de se pôr… Não ocorreu tudo conforme havíamos planejado, porém ainda conseguimos pegar o finalzinho do espetáculo!

IMG_0988

Aproveitamos para andar pelo local, um parque montado onde antes passavam vários trens. Os trilhos foram conservados e são um dos maiores charmes do local, além, é claro, da vista de Manhattan, da natureza no meio da selva de pedra e da arquitetura dos prédios próximos! Eu adorei esse lugar, tão calmo que nem parece que estávamos no meio de uma das cidades mais movimentadas do mundo!

Andamos quase até o final da linha e descemos numa escada que dava no cruzamento da 10th Ave. com a 30th St. A essa hora do dia estávamos com fome. Sugeri ao Alex de irmos até a Carlo’s Bakery, já que iríamos voltar andando até a Grand Central e de qualquer forma passaríamos bem ao lado do local. Ele aceitou e seguimos andando pela 9th Ave., uma das avenidas mais calmas da região quando comparada, por exemplo, com as movimentadíssimas 5th e 7th Ave. Quando chegamos na Carlo’s Bakery o céu já estava anunciando o início da noite.

O final desse relato eu contei na postagem que fiz sobre a doceria, já que por ser um ponto turístico a parte mereceu um post só para ela! Para ler, clique aqui! Encerro minha postagem dizendo que esse foi o melhor passeio que fiz durante minha viagem! Foram as risadas, as tantas paisagens diferentes, as reviravoltas e a presença de uma ótima companhia que proporcionaram diversas histórias para contar sobre a ensolarada tarde de terça-feira do dia 28/07/2015.

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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10 pensamentos sobre “Brooklyn Bridge, Wall Street e High Line!

  1. Fabio disse:

    Que aventura! Muito legal o seu blog. Parabéns!

    Curtido por 1 pessoa

  2. […] Depois de comprar minha dose de comida salgada fomos em direção a Grand Central, sem pressa alguma. Enquanto comíamos, conversávamos, ríamos e andávamos devagar até a estação percebi que estávamos envoltos em uma maravilhosa atmosfera! O calor do verão estadunidense, as luzes de Manhattan e a sensação de ser uma verdadeira novaiorquina são algumas das coisas que mais me deixam com saudades dessa viagem. Esse dia, em especial, foi sensacional (para ver o início do relato desse dia, clique aqui)! […]

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