One World Observatory (OWO)!

Hello!!

É com grande tristeza que digo que essa é a última postagem do blog… Desde a segunda-feira do dia 4 de Janeiro que coloco uma postagem toda semana aqui; hoje essa louca jornada dos relatos chega ao seu fim!

Para fechar esse ciclo com chave de ouro chamei mais uma vez para escrever aqui no blog uma das pessoas mais marcantes do meu intercâmbio: o Alex, que já apareceu em diversos relatos do blog ! (Para ler a outra postagem que ele escreveu, clique aqui!)

A postagem de hoje é sobre o One World Observatory (OWO), o prédio mais alto do ocidente e o principal do complexo World Trade Center. Como eu já havia visitado tanto o Empire State (clique aqui para ler) quanto o Rockfeller Center (clique aqui para ler) e havia visto a Big Apple de cima duas vezes, acabei preferindo não ir visitar o OWO. Assim, nesse dia o Alex foi visitá-lo com uma outra amiga nossa, a Simone!

O prédio, que está localizado no sul de Manhattan, havia sido recém inaugurado (no dia 29 de maio de 2015) quando o Alex e a Simone foram visitá-lo! Para chegar lá é só pegar o metrô e descer na estação World Trade Center; como a estação é nova e não tivemos a oportunidade de conhecê-la, não sabemos direito como ela funciona… Pelo o que pude entender quase todas as linhas que vão ao sul da cidade passam por ali!

Deixo aqui, a partir de agora, o relato do Alex!

Bom! Vamos lá!

Mais uma aventura na maravilhosa New York City! Nesse dia eu e a Simone fomos ao One World Observatory, é muito fácil de chegar! (Também, você consegue ver aquele monumento de longe!!). Hoje é bem mais fácil de ir até lá porque a estação de trem e metrô que está pronta te deixa na porta do edifício!

Como em qualquer ponto turístico, tem uma fila para comprar o ingresso para subir no prédio. A fila flui muito bem, não perdermos nem 10 minutos para comprar nossos ingressos. O ingresso custou 34 dólares; existem outros tipos de ingressos que você pode ver mais clicando aqui.

WhatsApp Image 2016-09-04 at 19.13.19

A entrada

Na hora de comprar decidimos comprar ingressos para o último horário da visitação, que é por volta das 22 horas. Decidimos ir nesse horário porque já havíamos visto NYC a luz do sol, só faltava vê-la durante a noite!

WhatsApp Image 2016-09-04 at 19.07.47

O horário chegou! Não sei se é por causa do horário mas foi tranquila nossa entrada, houve a revista de bolsas como em todo lugar e passamos o ingresso num leitor. O local é muito grande, mas sempre haverá um guarda que orienta para onde seguir.

O “tour” começa pelo subsolo do prédio que é realmente impressionante. Eles deixaram parte dos destroços do 11 de Setembro como sustentação desse novo edifício e cada ruína ou pedra tem uma mensagem muito emocionante juntamente com o nome das pessoas que faleceram.

No final do caminho no subsolo começam a se formar duas filas para pegar o elevador que vai até 104º andar. Esse elevador é outra coisa impressionante, é muito rápido e em 60 segundos você já está no topo! O interior do elevador é revestido de telas de LED que possuem a animação de elevador subindo, é incrível! Nessa subida gravei um vídeo que deixo para vocês assistirem…

Chegando ao topo e saindo do elevador existe uma salinha que te prepara uma surpresa… E QUE SURPRESA! Gravei essa parte da visita também!

Depois que sobem as telas, é uma experiência sem igual ver a linda NYC do topo! O local é um andar inteiro com visão 360 graus, revestido totalmente por vidros. É simplesmente uma visão perfeita da cidade; como pegamos o último horário estava tranquilo de andar e tirar milhares de fotos.

Há também no local uma área que conta a história de cada prédio que existe na cidade e uma área de conveniência.

Ao final da visita, o elevador desce rapidinho e você sai daquele lugar renovado depois de ter uma experiência maravilhosa!

E é assim que eu (e o Alex, é claro) nos despedimos… Muito obrigada por ter acompanhado o blog até aqui! E caso você seja novo, sinta-se a vontade para navegar!

Espero que tenha gostado da postagem! Continue acompanhando o blog pelo Facebook e não deixe de ler as outras postagens!

See you!! (I hope so!)

 

Talvez você goste também de:

Anúncios

Brooklyn Bridge, Wall Street e High Line!

Hello!!

Hoje escreverei sobre um dos passeios mais marcantes da minha viagem, o dia em que conheci a Brooklyn Bridge, o distrito financeiro e a High Line! Quem me acompanhou nesse passeio foi meu grande amigo Alex, que já escreveu aqui para o blog também (clique aqui  e aqui para ler)!

Nesse dia, eu e o Alex almoçamos e, enquanto almoçávamos, começamos a definir qual seria o roteiro. Cogitamos fazer várias coisas e no fim acabamos combinando o seguinte: desceríamos numa estação de metrô perto da Brooklyn Bridge e a atravessaríamos de bicicleta, andaríamos por Wall Street para conhecer o distrito financeiro e terminaríamos o dia vendo o pôr do sol na High Line. O tempo para fazer tudo isso estava folgado, talvez desse para vermos outras coisas ainda pelo caminho!

Saindo de Tarrytown, descemos na Marble Hill para pagar menos na passagem do trem, já que de qualquer forma iríamos usar o metrô para chegar até a ponte do Brooklyn (se quiser saber mais como isso funciona, clique aqui). Pegamos a linha 1 vermelha até a Chambers St., onde fizemos uma baldeação para a linha A azul e, logo depois, descemos na estação High Street. Esse trajeto de metrô demorou aproximadamente 1 hora e 15 minutos!

Saindo da estação não fazíamos ideia para qual lado seguir, entretanto, existia um enorme fluxo de turistas indo em uma direção. Não pensamos duas vezes e começamos a ir também! Não muito tempo depois começamos a ver a ponte com toda sua imponência. Andando mais um pouco chegamos em uma espécie de cais e, sem que nos déssemos conta, estávamos tendo uma das melhores visões possíveis de Manhattan!

 (clique nas fotos para ampliar)

Andando mais um pouco por esse cais encontramos um bom local para bater fotos. A tarde daquela terça-feira estava linda: o céu azul e com nuvens, o sol brilhando e a temperatura super alta! (aproveito para reforçar aqui a importância de passar protetor solar mesmo quando o sol estiver fraco!)

Estávamos encantados com essa vista! Mesmo depois de três semanas eu ainda não conseguia acreditar que estava em New York e que, infelizmente, minha viagem estava chegando ao seu fim! Aproveitamos para tirar mais algumas fotos.

Começamos a voltar, um pouco antes de adentrar o cais havíamos visto um local que fazia aluguel de bicicletas. Chegando lá perguntamos como funcionava e o moço nos disse que o aluguel era de US$ 10,00 por hora e que poderíamos devolver a bicicleta do outro lado da ponte num local que ele nos apontou no mapa. O pagamento seria realizado na chegada, porém tivemos que fornecer um número de cartão de crédito como garantia.

Pegamos nossas bikes, subimos nelas e começamos a pedalar. O cais estava localizado quase que na metade da ponte, ou seja, olhando de onde estávamos a ponte estava quase na metade de sua extensão. Tivemos que voltar um bom trecho para conseguir chegar até seu começo. O caminho foi bem tranquilo, é bem comum ver turistas e até mesmo os nativos andando de bicicleta nas laterais das ruas. É super seguro desde que você não invada o espaço dos carros e respeite as regras de trânsito locais (que são praticamente as mesmas existentes aqui no Brasil, como por exemplo: não atravessar a rua pedalando, e sim andando com a bicicleta ao seu lado).

Chegando quase no começo da ponte estávamos andando por um caminho lateral que me pareceu ser um local onde não poderíamos estar andando… Havia uma guarita policial e o local era todo cercado! Paramos para pedir informação de onde era o início da ponte e o guarda gentilmente nos indicou que não estava tão distante assim! Mais um minuto de pedalada e, finalmente, começamos a subir a ponte!

Vale ressaltar que eu disse subir a ponte, e não atravessar… O primeiro trecho do passeio é uma subida MUITO íngreme! Não aguentamos subir direto e tivemos que parar no meio do caminho para recuperar o fôlego! É claro que a parada não foi tão à toa assim, aproveitamos para tirar algumas fotos!

E continuamos a nossa subida. Parecia que a parte alta da ponte não chegava nunca! Como o caminho é dividido em dois, uma parte para os pedestres e outra para os ciclistas, tivemos que nos manter o tempo todo do lado direito dividindo a pista com quem ia e vinha. Não foi fácil, havia bastante gente lá naquele dia! Quando eu achei que teríamos que parar novamente para recobrar o fôlego, o caminho ficou reto! Entre os pilares da ponte o trajeto inteiro é plano e, finalmente, conseguimos relaxar e respirar um pouco!

A terceira parte da ponte foi a mais legal… Não sei bem ao certo quanto tempo demoramos pra subir, mas posso garantir que descemos a ponte em menos de 2 minutos! Foi incrível sentir todo o esforço da subida recompensado enquanto a bicicleta descia somente com a força da gravidade!  Apreciamos a vista de Manhattan se aproximando de nós juntamente com o vento batendo no rosto!

Chegando no fim da ponte começamos a procurar o local que o rapaz havia nos indicado para devolver a bicicleta. Começamos a dar voltas. E mais voltas. E mais voltas. Paramos para pedir informação, nos indicaram o caminho. Seguimos por longos minutos e paramos para descansar na sombra enquanto pensávamos o que fazer, já que não encontrávamos o local de devolução do aluguel de forma alguma!

Eu lembrava que era em algum lugar localizado do lado esquerdo da ponte, e a única coisa que havia lá era um parque. Seguimos então para o parque. Nessa altura do campeonato já estávamos andando há mais de uma hora e nos localizávamos próximos do complexo World Trade Center. Pegamos o caminho que nos levaria até o parque.

Dentro desse parque, o Battery Park, demos mais voltas. Em um determinado momento pegamos um caminho que margeava o rio Hudson e fornecia uma visão ao longe da Estátua da Liberdade! O sol estava começando a ficar mais baixo. Foi uma visão maravilhosa, porém estávamos com pressa para devolver a bicicleta! O aluguel já iria completar duas horas! Quando chegamos ao outro extremo do parque atravessamos uma espécie de porto de embarque e desembarque e, quando menos esperávamos, avistamos uma barraquinha com o nome da empresa que havíamos alugado a bicicleta… Aquele momento foi como encontrar a luz no fim do túnel! Chegamos lá super cansados e suados, já que o dia estava muito quente. O rapaz nos perguntou se havíamos gostado do passeio e explicamos para ele tudo o que havia acontecido! Ele pediu para que entregássemos a ele o papel do aluguel para fazer a cobrança. Para nossa surpresa (e talvez sorte) o rapaz do local onde retiramos as bicicletas se esqueceu de anotar o horário de início do aluguel! Ou seja, não era possível saber quanto tempo havíamos ficado com a bicicleta! Entendendo toda a situação, o rapaz cobrou o aluguel somente por uma hora! Ficamos aliviados!!

Saindo do parque não nos aguentávamos de calor e sede! Nossas garrafinhas já estavam vazias a essa altura! Pedimos indicação para chegar ao Starbucks mais próximo, que não era muito distante. Entrando lá pedimos umas bebidas bem geladas, sentamos num sofá e começamos a tentar entender o que havia acontecido… Estávamos um tanto quanto atordoados! Depois de relaxar, refrescar e hidratar, continuamos nosso passeio.

Seguimos em direção ao Charging Bull, um dos grandes símbolos e ponto turístico do Centro Financeiro de Manhattan! Andamos alguns minutos até que achamos estar seguindo na direção errada. Paramos para pedir informação a um policial em frente a um parque. Ele todo simpático nos apontou para o outro lado do parque, onde avistamos uma multidão em volta de uma estrutura metálica. Agradecemos e começamos a ir. Nesse momento o Alex me para e fala: “Vamos pedir pra tirar uma foto com o guarda, ele foi tão legal com a gente!” e eu digo: “Ok!”… Chegamos no guarda e falamos: “Você foi tão legal, pode tirar uma foto com a gente?” e ele respondeu: “Claro!”, colocou seus óculos escuro e fez cara de mau. Nesse momento colocamos nossos óculos também, nos aproximamos do guarda e batemos a foto… Talvez essa tenha sido uma das fotos mais marcantes, uma das mais engraçadas e uma das que possuí mais história para contar! Sem mais delongas, a foto:

IMG-20150829-WA0002

IMG_0967Agradecemos a foto e atravessamos o parque para conhecer o famoso Charging Bull. Havia muita gente naquele lugar… Todos tentando tirar foto com a cabeça do touro. Enquanto isso, algumas pessoas iam atrás do touro e passavam a mão em um local bem, digamos, peculiar! Já havia lido sobre isso: dizem que o ritual traz sorte e dinheiro. Resolvi não perder a chance e pedi para o Alex registrar o momento em uma foto (a mais constrangedora e engraçada de todas)…

Depois de esperar algum tempo, a grande multidão do local foi se dispersando e conseguimos tirar uma foto mais “bonita” do que a anterior… Hahahahahaha!

A visão dessa pontinha de bifurcação de rua proporcionou uma visão maravilhosa!

IMG_0978

Seguimos andando por entre as ruas e fomos parar no meio do distrito financeiro! Infelizmente não tirei fotos, mas foi incrível observar os novaiorquinos engravatados e as mulheres com saias e salto alto correndo de um lado para o outro, desviando dos turistas que assim como nós estavam encantados com a atmosfera local!

Como o sol estava começando a ficar perto do horizonte decidimos ir até a High Line ou não conseguiríamos chegar a tempo de vê-lo se pôr! Pegamos o metrô na estação Rector St. e seguimos na linha 1 vermelha até a 14 St. Station, onde descemos. O trajeto demorou aproximadamente 20 minutos. Quando saímos da estação e vimos o céu começamos a ficar preocupados… O sol estava quase no horizonte. Começamos a correr em direção ao Chelsea Market, onde poderíamos subir na High Line . Atravessamos todo o mercado praticamente correndo e por isso não tiramos fotos. O local é maravilhoso, uma antiga fábrica da Nabisco onde o biscoito Oreo foi inventado! Hoje, o espaço abriga diversos restaurantes e lojas com os mais diversos alimentos e especiarias.

Saindo do outro lado do mercado avistamos a escada para subir na High Line. Chegando lá percebemos que o sol havia acabado de se pôr… Não ocorreu tudo conforme havíamos planejado, porém ainda conseguimos pegar o finalzinho do espetáculo!

IMG_0988

Aproveitamos para andar pelo local, um parque montado onde antes passavam vários trens. Os trilhos foram conservados e são um dos maiores charmes do local, além, é claro, da vista de Manhattan, da natureza no meio da selva de pedra e da arquitetura dos prédios próximos! Eu adorei esse lugar, tão calmo que nem parece que estávamos no meio de uma das cidades mais movimentadas do mundo!

Andamos quase até o final da linha e descemos numa escada que dava no cruzamento da 10th Ave. com a 30th St. A essa hora do dia estávamos com fome. Sugeri ao Alex de irmos até a Carlo’s Bakery, já que iríamos voltar andando até a Grand Central e de qualquer forma passaríamos bem ao lado do local. Ele aceitou e seguimos andando pela 9th Ave., uma das avenidas mais calmas da região quando comparada, por exemplo, com as movimentadíssimas 5th e 7th Ave. Quando chegamos na Carlo’s Bakery o céu já estava anunciando o início da noite.

O final desse relato eu contei na postagem que fiz sobre a doceria, já que por ser um ponto turístico a parte mereceu um post só para ela! Para ler, clique aqui! Encerro minha postagem dizendo que esse foi o melhor passeio que fiz durante minha viagem! Foram as risadas, as tantas paisagens diferentes, as reviravoltas e a presença de uma ótima companhia que proporcionaram diversas histórias para contar sobre a ensolarada tarde de terça-feira do dia 28/07/2015.

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

Talvez você goste também de:

Estátua da Liberdade!

Hello!!

No post de hoje falarei um pouco mais sobre o passeio até a Estátua da Liberdade!

Existem dois tipos de passeio: um que para na ilha da Estátua por alguns minutos ou que possuí um tour por dentro da Estátua, além de parar na Ellis Island, o local em que chegavam os estrangeiros que atracavam em NY (e onde hoje está localizado o Museu da Imigração); e o outro que simplesmente passa pelos locais, sem parar. Para comprar um passeio basta se dirigir a Lower Manhattan, em algum dos cais ou ir até o Battery Park.

Eu e mais dois amigos brasileiros fomos até o Pier 15 onde compramos nossos ingressos para o passeio sem parada, já que estávamos com pouco tempo e não nos interessávamos tanto assim em subir na Estátua. Para chegar lá pegamos o metrô na Grand Cetral Station, descemos na estação Fulton St. e andamos cerca de 700 metros.

IMG_2090

Pagamos US$ 25,00 pelo tour de 1 hora sem parada (a moça que nos vendeu os ingressos deu um desconto por sermos estudantes…). Achei um pouquinho caro pelo o que o passeio oferece.

Uma alternativa é utilizar a balsa gratuita da Staten Island Ferry que oferece uma ótima vista da estátua (pelo menos é o que dizem!). Para pegar a balsa é só ir até a estação South Ferry pela linha 1 ou R do metrô.

Nosso passeio atrasou cerca de 1 hora para sair… Ficamos esperando bastante tempo em uma fila até que finalmente embarcamos. Recomendo ficar na parte de cima do barco, já que é nesse local onde você conseguirá a melhor vista, além das melhores fotos!

Pouco tempo depois o barco começou o trajeto e conseguimos obter uma vista maravilhosa do distrito financeiro (clique nas imagens para ampliar)!!

Navegamos alguns minutos até que, finalmente, a visão da estátua começou a tornar-se mais nítida. Nesse momento do dia o sol estava em um determinado ângulo que eu não sei se ajudou ou atrapalhou nas fotos, só sei que adorei ver como ficaram as imagens depois disso! Entretanto, enquanto estávamos lá no barco, o sol estava muito forte e atrapalhava a visão. Não deixe de passar protetor solar e de levar óculos escuro!

Depois de ficamos alguns minutinhos parados próximos da Estátua para tirar fotos o barco começou a seguir o caminho de volta. No trajeto o barco passou perto da Ellis Island na ida, e perto da Governors Island e por debaixo da Brooklyn Bridge na volta! A visão da ponte é maravilhosa e rende belas fotos!

IMG_0589

Após passar pela ponte o barco começou a virar para voltar ao pier. Nesse momento o sol estava ainda mais “intenso” e rendeu algumas fotos interessantes! Além da linda visão da skyline (ou linha do horizonte) de Manhattan, as nuvens pareciam querer ajudar a tornarem as fotos ainda mais belas!

IMG_0581

Assim que desembarcamos aproveitamos o restinho da tarde para fazer um pequeno passeio pelo Central Park! Se quiser ler um pouco mais sobre, clique aqui.

 

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

Talvez você goste também de:

Como sobreviver em Manhattan – Tudo sobre a Big Apple!

Hello!!

No post de hoje darei algumas dicas de como sobreviver em Manhattan sendo um viajante de primeira viagem!

Antes de qualquer coisa, faça um estudo do local. Pegue um mapa de Manhattan e marque os pontos turísticos que deseja visitar e onde está localizado seu hotel (caso esteja hospedado na cidade). Tente entender como funcionam as numerações das ruas, o sistema de metrô e ônibus.

Uma ideia bem legal é baixar o aplicativo do Google Maps no seu celular e conectá-lo juntamente a uma conta do Google no seu computador; assim, você consegue marcar facilmente os pontos turísticos e visualizá-los no celular depois quando estiver viajando, além de ser possível simular trajetos! Isso me ajudou bastante, principalmente porque eu estava com um pacote de 3G no celular. Assim, eu conseguia acessar o mapa de qualquer lugar e decidir qual o próximo ponto turístico a ser visitado! (Clique aqui para ler a postagem sobre planejamento dos passeios!)

Entretanto, não confie totalmente no celular! No metrô, por exemplo, o sinal é baixo na maior parte dos trajetos, o que dificulta bastante o acesso à internet. É sempre bom carregar o mapa físico na mochila, como eu já havia citado no post sobre o Metrô de NY (clique aqui para ler).

Ok, aí você chega em Manhattan e está totalmente perdido. CALMA! É a sensação mais normal do mundo, principalmente se for num lugar em que você nunca esteve antes! Não tenha medo de parar no meio da rua, tirar o mapa da mochila ou consultar seu celular. Manhattan é um lugar super tranquilo, em momento algum vi pessoas queixando-se de roubo, pessoas correndo com mochilas na mão ou coisas assim mesmo quando estava em partes SUPER movimentadas da cidade, como Times Square ou Central Park; isso porque eu fui para lá em altíssima temporada e a cidade estava bem lotada! A NYPD (polícia de NY) possuí vários postos, como o da Times Square, e está circulando pelas ruas em qualquer lugar que você esteja de Manhattan. Além disso, os policiais da NYPD dão quaisquer informações que você precisar, já que é difícil perguntar alguma coisa aos novaiorquinos que estão sempre correndo!

Com New York sendo o “centro do mundo” e uma prévia visão brasileira de que a segurança não dá conta de lugares desse porte, temos a impressão de que NY é um local perigoso… Mas não! Diferentemente do Brasil,  Manhattan é super segura e o NYPD consegue lidar com o grande número de habitantes e turistas que circulam pela cidade. Claro que não é bom ficar marcando bobeira, evite andar com o celular e a máquina fotográfica nas mãos o tempo todo já que isso pode chamar a atenção (além de denunciar que você é claramente um turista).

Voltando um pouquinho, gostaria de falar um pouco mais sobre a divisão das ruas. Como já disse anteriormente, no começo é bem complicado entender a maneira como elas são divididas, mas depois de alguns dias torna-se algo super fácil!

1

Como é possível observar no mapa acima, a parte principal de Manhattan é totalmente regular. A não ser pela Broadway, praticamente todas as ruas seguem um padrão perpendicular. Quase todas as ruas são numeradas. As ruas horizontais crescem de baixo para cima e vão até o extremo norte da ilha. Já as verticais crescem da direita para a esquerda, porém a maioria delas possuí um nome… Mas não é errado chamar essas ruas pelo número, todos irão entender!

Algumas dessas ruas eu considero fundamentais como ponto de referência! A primeira é a 42 Street, é nela que se localiza a Grand Central Station; além do museu de cera Madame Tussauds, uma enorme estação de metrô que tem comunicação com a Times Square, a Carlo’s Bakery de Manhattan… E por aí vai! A partir dela é bem fácil de se localizar e saber para que lado ir tomando como referência o Empire State que, como você já deve saber, é um prédio icônico visto de praticamente qualquer ponto da cidade! Se estiver perdido e sem mapa, procure pelo Empire State Building!

Outra rua é a 5th Avenue. Nela estão as principais lojas de marca de Manhattan… Além de ser super agradável andar nas suas calçadas, essa rua é um ponto chave para chegar a vários lugares, como o Empire State ao sul, o Rockfeller Center ou o Central Park mais ao norte.

A Broadway também é uma rua legal para andar, já que possuí restaurantes e teatros por toda sua extensão. Uma vantagem é que você pode cortar alguns quarteirões indo por ela, já que essa rua não segue os padrões perpendiculares de todas as outras. O cruzamento da Broadway com a 7th Avenue forma um dos pontos mais conhecidos de NY e, provavelmente, do mundo todo: a Times Square! Como tenho bastante coisa para falar sobre ela, deixarei para outra postagem (clique aqui para ler)

Para terminar, algumas dicas aleatórias:

  • Evite comer em locais muito próximos de pontos turísticos (como Times Square ou Empire State). A comida pode até ser boa, mas será BEM cara! Prefira locais um pouco mais afastados das multidões, mesmo que os restaurantes localizados na Times Square, por exemplo, pareçam ser apetitosos!
  • A mesma regra vale para as lojas de roupas! Evite fazer compras em Manhattan, dê preferência aos Outlets que são bem mais em conta (clique aqui para ler a postagem sobre os Outlets)!
  • Leve sempre uma garrafinha de água na mochila! Passar o dia todo andando, no verão ou não, faz com que você perca muito líquido! Para evitar maiores problemas, beba bastante água!
  • Protetor solar SEMPRE! Mesmo no frio os raios solares podem ser fatais! No verão, passar uma tarde toda andando no sol pode ser muito perigoso sem protetor solar!
  • Use roupas leves no verão, mas sempre ande com um casaco! Como já disse em várias postagens anteriores aqui do blog, no verão andar nas ruas é uma tarefa difícil devido ao calor. Quando você entra em alguma loja ou algum restaurante, é claro que o ar condicionado vai estar ligado na menor temperatura possível. No início isso é ótimo, mas a longo prazo torna-se uma tortura, já que todo esse ar gelado faz com que você sinta frio!
  • Se você assim como eu sofre com a rinite, leve antialérgicos! Essa mudança de temperatura constante durante todo o dia entre o calor da cidade e o ar condicionado dos estabelecimentos não faz tão bem assim! Depois de alguns dias talvez sua rinite ataque…
  • Evite usar táxis! Os transportes públicos lá funcionam super bem, especialmente o metrô que faz com que você escape dos congestionamentos!

E isso é tudo por hoje! Com essas dicas, um espírito de viajante e boa disposição é possível aproveitar ao máximo tudo o que Manhattan pode oferecer de melhor! Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

Talvez você goste também de:

Como funciona o metrô em NY!

Hello!!

No post de hoje falarei um pouco mais sobre o metrô de NY. Começarei ressaltando que as linhas não se restringem à Manhattan, elas continuam no meio dos bairros (como Brooklyn, The Bronx, Queens), isso torna o sistema metroviário GIGANTE! Manhattan é apenas um pequeno bairro perto dos outros, porém é onde está concentrado o maior fluxo de pessoas e a grande parte das linhas, que são operadas pela MTA.

base_map_N_diversion_Jan16

Esse é o sistema todo de metrô…

Como dificilmente você utilizará alguma dessas linhas nos bairros secundários, deixo abaixo um mapinha com as principais linhas de Lower Manhattan (a parte baixa de Manhattan) e Midtown Manhattan (a parte média), onde localizam-se os principais pontos turísticos da cidade.

New-York-City-Subway-Map-2

Essa é a parte do sistema que você irá usar na grande maioria das vezes!

Ok, eu sei que agora você deve estar tendo um pequeno infarto só de olhar pra esses mapas… Eu também tive a primeira vez que peguei um desses para olhar, não fazia ideia do que todas essas bolinhas com números e letras significavam! Mas vamos com calma…

O primeiro de tudo e mais importante: tenha um mapa. Consegui o meu na primeira vez que fui usar o metrô, esses mapinhas estão disponíveis em todas as estações e são ótimos! Eu não saía do Campus sem meu exemplar quando ia para Manhattan! Mesmo que você tenha dificuldade para interpretá-lo no começo, depois de algumas tentativas você se acostuma e começa a entender! Além do fato que eles são super úteis para se localizar em Manhattan (clique aqui para ler a postagem sobre Manhattan). Outra alternativa também muito eficiente é baixar um app no celular! Existem alguns que, além de ter o próprio mapa, indicam qual trem você deve pegar e em qual estação deve descer com base no seu destino final!

Assim como nas grandes cidades brasileiras, as linhas são divididas por cores e possuem baldeações entre si. O diferencial são exatamente aqueles números e letras que havia citado anteriormente! Cada cor de linha possuí uma numeração ou letras específicas, na azul, por exemplo, rodam os trens A, C e E; na vermelha, os trens 1, 2 e 3.

Nessa hora surge aquela pergunta: “Mas por que os trens são divididos?” E a resposta de uma garota que já andou bastante no metrô de São Paulo é: Não sei se é pra melhorar o fluxo ou atrapalhar… Em São Paulo, quando você está numa estação esperando um trem, você pode entrar assim que ele chegar na estação, tendo a certeza de que ele irá parar na estação que você precisa; não é isso que acontece em NY… Cada número/letra de trem para em estações específicas; logo, nem todos os trens param na estação que você está e nem todos param na estação que você precisa chegar!

Para saber qual trem passa em cada estação é só verificar o número/letra logo abaixo do nome da estação no mapa. Caso esteja em uma estação que só passe um dos trens mas precise descer numa estação que só passa o outro, é necessário descer em uma estação intermediária e aguardar o próximo trem que poderá te levar!

Como disse anteriormente não sei se isso ajuda ou atrapalha pois, por um lado, os trens chegam mais rápido ao destino, porém um trem pode demorar vários minutos para parar em uma estação! Teve dias que cheguei a ficar 20 minutos esperando pelo único trem que fazia parada na estação em que eu estava! Além de que o sistema é MUITO confuso para um viajante de primeira viagem em New York!

Algumas estações, geralmente as maiores e mais movimentadas, possuem letreiros indicando os números ou letras dos próximos trens que estão vindo, o que ajuda bastante!

Outro ponto super importante e que pode atrapalhar bastante é a orientação Uptown (sentido norte da cidade) e Downtown (sentido sul). Nas estações grandes tanto faz o lado que você entra, nas pequenas, porém, caso você entre do lado errado terá que ir até a próxima grande estação para trocar de sentido ou sair da estação, atravessar a rua e pagar por um novo bilhete para entrar! Por isso é muito importante estar bem atento e verificar se está entrando do lado certo! Certo dia, eu entrei no sentido errado e só fui perceber quando estava no trem fazia uns 5 minutos! Desci numa estação grande (que por coincidência era a última da linha), troquei de lado e segui pelo sentido correto.

WhatsApp-Image-20160525 (1)

Todos os cartões que usei!

Agora que você sabe como se achar e como chegar no destino é hora de saber todo o resto! Só não vou me arriscar a falar sobre os diferentes tipos de tíquetes já que, todas as vezes que fiz uso do metrô, comprei o single ride (ou tíquete de uso único) que custava U$ 2,50.

Todas as entradas do metrô possuem um guichê com um funcionário e uma máquina automática que aceita cartão de crédito e dinheiro. Assim que comprar seu bilhete, se for single ride, você tem 2 horas para passar na catraca a partir do momento a compra. Caso não passe dentro desse período o bilhete torna-se invalido!

Vale ressaltar também que ao passar o cartãozinho na catraca ele perde o valor, ou seja, não pode ser reutilizado (afinal, é um tíquete de uso único). Guardei os meus por pura recordação! Hahaha!

A estação da Times Square acredito que é a maior de todas, pelo menos foi a maior pela qual passei! Abaixo do cruzamento iluminado encontra-se um labirinto de túneis e estações que interliga a grande parte das paradas ao redor! Para se ter uma ideia, é possível chegar da estação Times Square até a estação Grand Central andando! Existe um túnel que interliga as duas estações (nos mapas é representado por uma linha cinza escura)!

Empty_subway_in_NYCA parte interna dos trens é bem estranha pra mim… Estou acostumada com os trens largos e espaçosos de São Paulo. A primeira vez que entrei num trem do metrô de NY me senti dentro de uma lata de sardinhas… Os trens são finos e os assentos laterais e consecutivos! Para entender melhor o que estou tentando dizer, peguei a foto ao lado no Wikipedia já que não tirei nenhuma foto dos trens por dentro.

Temos que levar em conta que as primeiras estações foram inauguradas em 1904. Nesse período, a quantidade de pessoas que circulava era muito inferior a atual e, por esse motivo, os trens não precisavam ser muito largos; assim como também não precisavam os túneis e estações! Com o crescimento da cidade fica mais difícil escavar com segurança túneis mais largos para aumentar a largura dos trens, logo, os trens foram adaptados. As estações, em contrapartida, continuam as mesmas de mais de 100 anos atrás (com exceção das que possuem grande movimento, que foram ampliadas).

Acho que é fácil imaginar que é um pouco complicado levar malas dentro desse trem; esse foi um dos fatores que levou eu e a Izabella (uma as amigas do Intercâmbio) a preferirmos ir de transfer do Campus até o aeroporto (clique aqui para ler mais).

300px-Canal_Street_6_PlatformÉ interessante observar as pequenas estações que não possuem baldeação de um lado para o outro com suas paredes revestidas de ladrilhos; algumas delas possuem uma aparência de abandono, outras ainda conservam seu charme original. Novamente, peguei uma imagem do Wikipedia para tentar explicar o que quero dizer (só por curiosidade, Canal St. é uma das mais importantes estações em Chinatown e Little Italy).

Assim como no trem de Tarrytown para Manhattan (clique aqui para ler mais) é sempre bom levar uma blusa… No verão, o ar condicionado parece um paraíso assim que você entra no trem. Não mais do que 5 minutos depois você já está pedindo pra sua estação chegar logo pra sair do freezer! Hahahaha!

Certo dia, indo para a Estátua da Liberdade, peguei o metrô com mais dois amigos. Estava tentando achar uma coisa dentro da minha bolsa super cheia (a história é longa e não convém contar aqui). O trem estava cheio e acabamos ficando de pé. Comecei a tirar as coisas da minha bolsa e a segurar como conseguia tanto as minhas coisas como a mim mesma, até que o trem fez uma curva… Minhas coisas caíram no chão, eu quase cai, paguei mico e ainda quebrei meu pau de selfie novinho! Claro que meus amigos começaram a rir de mim junto comigo! Comecei a guardar as coisas novamente na bolsa quando o trem fez outra curva. Só não fui pro chão porque me seguraram… E com isso aprendi duas grandes e valiosas lições: a primeira é nunca ficar sem uma mão livre para se equilibrar quando estiver em pé num trem em movimento, a segunda é nunca começar a tirar as coisas da bolsa no meio do metrô! As curvas dos metrôs novaiorquinos são bem bruscas e podem ser bem malvadas com turistas distraídos e desavisados! Hahaha!

Concluindo, o metrô de New York possuí suas vantagens e desvantagens, seus encantos e descontentamentos; entretanto, nada se compara com a maravilhosa sensação de andar por entre os túneis da Times Square enquanto se ouve uma melodia vinda de uma banda tocando do outro lado da estação, sentindo-se como um verdadeiro novaiorquino.

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

Talvez você goste também de: