One World Observatory (OWO)!

Hello!!

É com grande tristeza que digo que essa é a última postagem do blog… Desde a segunda-feira do dia 4 de Janeiro que coloco uma postagem toda semana aqui; hoje essa louca jornada dos relatos chega ao seu fim!

Para fechar esse ciclo com chave de ouro chamei mais uma vez para escrever aqui no blog uma das pessoas mais marcantes do meu intercâmbio: o Alex, que já apareceu em diversos relatos do blog ! (Para ler a outra postagem que ele escreveu, clique aqui!)

A postagem de hoje é sobre o One World Observatory (OWO), o prédio mais alto do ocidente e o principal do complexo World Trade Center. Como eu já havia visitado tanto o Empire State (clique aqui para ler) quanto o Rockfeller Center (clique aqui para ler) e havia visto a Big Apple de cima duas vezes, acabei preferindo não ir visitar o OWO. Assim, nesse dia o Alex foi visitá-lo com uma outra amiga nossa, a Simone!

O prédio, que está localizado no sul de Manhattan, havia sido recém inaugurado (no dia 29 de maio de 2015) quando o Alex e a Simone foram visitá-lo! Para chegar lá é só pegar o metrô e descer na estação World Trade Center; como a estação é nova e não tivemos a oportunidade de conhecê-la, não sabemos direito como ela funciona… Pelo o que pude entender quase todas as linhas que vão ao sul da cidade passam por ali!

Deixo aqui, a partir de agora, o relato do Alex!

Bom! Vamos lá!

Mais uma aventura na maravilhosa New York City! Nesse dia eu e a Simone fomos ao One World Observatory, é muito fácil de chegar! (Também, você consegue ver aquele monumento de longe!!). Hoje é bem mais fácil de ir até lá porque a estação de trem e metrô que está pronta te deixa na porta do edifício!

Como em qualquer ponto turístico, tem uma fila para comprar o ingresso para subir no prédio. A fila flui muito bem, não perdermos nem 10 minutos para comprar nossos ingressos. O ingresso custou 34 dólares; existem outros tipos de ingressos que você pode ver mais clicando aqui.

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A entrada

Na hora de comprar decidimos comprar ingressos para o último horário da visitação, que é por volta das 22 horas. Decidimos ir nesse horário porque já havíamos visto NYC a luz do sol, só faltava vê-la durante a noite!

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O horário chegou! Não sei se é por causa do horário mas foi tranquila nossa entrada, houve a revista de bolsas como em todo lugar e passamos o ingresso num leitor. O local é muito grande, mas sempre haverá um guarda que orienta para onde seguir.

O “tour” começa pelo subsolo do prédio que é realmente impressionante. Eles deixaram parte dos destroços do 11 de Setembro como sustentação desse novo edifício e cada ruína ou pedra tem uma mensagem muito emocionante juntamente com o nome das pessoas que faleceram.

No final do caminho no subsolo começam a se formar duas filas para pegar o elevador que vai até 104º andar. Esse elevador é outra coisa impressionante, é muito rápido e em 60 segundos você já está no topo! O interior do elevador é revestido de telas de LED que possuem a animação de elevador subindo, é incrível! Nessa subida gravei um vídeo que deixo para vocês assistirem…

Chegando ao topo e saindo do elevador existe uma salinha que te prepara uma surpresa… E QUE SURPRESA! Gravei essa parte da visita também!

Depois que sobem as telas, é uma experiência sem igual ver a linda NYC do topo! O local é um andar inteiro com visão 360 graus, revestido totalmente por vidros. É simplesmente uma visão perfeita da cidade; como pegamos o último horário estava tranquilo de andar e tirar milhares de fotos.

Há também no local uma área que conta a história de cada prédio que existe na cidade e uma área de conveniência.

Ao final da visita, o elevador desce rapidinho e você sai daquele lugar renovado depois de ter uma experiência maravilhosa!

E é assim que eu (e o Alex, é claro) nos despedimos… Muito obrigada por ter acompanhado o blog até aqui! E caso você seja novo, sinta-se a vontade para navegar!

Espero que tenha gostado da postagem! Continue acompanhando o blog pelo Facebook e não deixe de ler as outras postagens!

See you!! (I hope so!)

 

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Brooklyn Bridge, Wall Street e High Line!

Hello!!

Hoje escreverei sobre um dos passeios mais marcantes da minha viagem, o dia em que conheci a Brooklyn Bridge, o distrito financeiro e a High Line! Quem me acompanhou nesse passeio foi meu grande amigo Alex, que já escreveu aqui para o blog também (clique aqui  e aqui para ler)!

Nesse dia, eu e o Alex almoçamos e, enquanto almoçávamos, começamos a definir qual seria o roteiro. Cogitamos fazer várias coisas e no fim acabamos combinando o seguinte: desceríamos numa estação de metrô perto da Brooklyn Bridge e a atravessaríamos de bicicleta, andaríamos por Wall Street para conhecer o distrito financeiro e terminaríamos o dia vendo o pôr do sol na High Line. O tempo para fazer tudo isso estava folgado, talvez desse para vermos outras coisas ainda pelo caminho!

Saindo de Tarrytown, descemos na Marble Hill para pagar menos na passagem do trem, já que de qualquer forma iríamos usar o metrô para chegar até a ponte do Brooklyn (se quiser saber mais como isso funciona, clique aqui). Pegamos a linha 1 vermelha até a Chambers St., onde fizemos uma baldeação para a linha A azul e, logo depois, descemos na estação High Street. Esse trajeto de metrô demorou aproximadamente 1 hora e 15 minutos!

Saindo da estação não fazíamos ideia para qual lado seguir, entretanto, existia um enorme fluxo de turistas indo em uma direção. Não pensamos duas vezes e começamos a ir também! Não muito tempo depois começamos a ver a ponte com toda sua imponência. Andando mais um pouco chegamos em uma espécie de cais e, sem que nos déssemos conta, estávamos tendo uma das melhores visões possíveis de Manhattan!

 (clique nas fotos para ampliar)

Andando mais um pouco por esse cais encontramos um bom local para bater fotos. A tarde daquela terça-feira estava linda: o céu azul e com nuvens, o sol brilhando e a temperatura super alta! (aproveito para reforçar aqui a importância de passar protetor solar mesmo quando o sol estiver fraco!)

Estávamos encantados com essa vista! Mesmo depois de três semanas eu ainda não conseguia acreditar que estava em New York e que, infelizmente, minha viagem estava chegando ao seu fim! Aproveitamos para tirar mais algumas fotos.

Começamos a voltar, um pouco antes de adentrar o cais havíamos visto um local que fazia aluguel de bicicletas. Chegando lá perguntamos como funcionava e o moço nos disse que o aluguel era de US$ 10,00 por hora e que poderíamos devolver a bicicleta do outro lado da ponte num local que ele nos apontou no mapa. O pagamento seria realizado na chegada, porém tivemos que fornecer um número de cartão de crédito como garantia.

Pegamos nossas bikes, subimos nelas e começamos a pedalar. O cais estava localizado quase que na metade da ponte, ou seja, olhando de onde estávamos a ponte estava quase na metade de sua extensão. Tivemos que voltar um bom trecho para conseguir chegar até seu começo. O caminho foi bem tranquilo, é bem comum ver turistas e até mesmo os nativos andando de bicicleta nas laterais das ruas. É super seguro desde que você não invada o espaço dos carros e respeite as regras de trânsito locais (que são praticamente as mesmas existentes aqui no Brasil, como por exemplo: não atravessar a rua pedalando, e sim andando com a bicicleta ao seu lado).

Chegando quase no começo da ponte estávamos andando por um caminho lateral que me pareceu ser um local onde não poderíamos estar andando… Havia uma guarita policial e o local era todo cercado! Paramos para pedir informação de onde era o início da ponte e o guarda gentilmente nos indicou que não estava tão distante assim! Mais um minuto de pedalada e, finalmente, começamos a subir a ponte!

Vale ressaltar que eu disse subir a ponte, e não atravessar… O primeiro trecho do passeio é uma subida MUITO íngreme! Não aguentamos subir direto e tivemos que parar no meio do caminho para recuperar o fôlego! É claro que a parada não foi tão à toa assim, aproveitamos para tirar algumas fotos!

E continuamos a nossa subida. Parecia que a parte alta da ponte não chegava nunca! Como o caminho é dividido em dois, uma parte para os pedestres e outra para os ciclistas, tivemos que nos manter o tempo todo do lado direito dividindo a pista com quem ia e vinha. Não foi fácil, havia bastante gente lá naquele dia! Quando eu achei que teríamos que parar novamente para recobrar o fôlego, o caminho ficou reto! Entre os pilares da ponte o trajeto inteiro é plano e, finalmente, conseguimos relaxar e respirar um pouco!

A terceira parte da ponte foi a mais legal… Não sei bem ao certo quanto tempo demoramos pra subir, mas posso garantir que descemos a ponte em menos de 2 minutos! Foi incrível sentir todo o esforço da subida recompensado enquanto a bicicleta descia somente com a força da gravidade!  Apreciamos a vista de Manhattan se aproximando de nós juntamente com o vento batendo no rosto!

Chegando no fim da ponte começamos a procurar o local que o rapaz havia nos indicado para devolver a bicicleta. Começamos a dar voltas. E mais voltas. E mais voltas. Paramos para pedir informação, nos indicaram o caminho. Seguimos por longos minutos e paramos para descansar na sombra enquanto pensávamos o que fazer, já que não encontrávamos o local de devolução do aluguel de forma alguma!

Eu lembrava que era em algum lugar localizado do lado esquerdo da ponte, e a única coisa que havia lá era um parque. Seguimos então para o parque. Nessa altura do campeonato já estávamos andando há mais de uma hora e nos localizávamos próximos do complexo World Trade Center. Pegamos o caminho que nos levaria até o parque.

Dentro desse parque, o Battery Park, demos mais voltas. Em um determinado momento pegamos um caminho que margeava o rio Hudson e fornecia uma visão ao longe da Estátua da Liberdade! O sol estava começando a ficar mais baixo. Foi uma visão maravilhosa, porém estávamos com pressa para devolver a bicicleta! O aluguel já iria completar duas horas! Quando chegamos ao outro extremo do parque atravessamos uma espécie de porto de embarque e desembarque e, quando menos esperávamos, avistamos uma barraquinha com o nome da empresa que havíamos alugado a bicicleta… Aquele momento foi como encontrar a luz no fim do túnel! Chegamos lá super cansados e suados, já que o dia estava muito quente. O rapaz nos perguntou se havíamos gostado do passeio e explicamos para ele tudo o que havia acontecido! Ele pediu para que entregássemos a ele o papel do aluguel para fazer a cobrança. Para nossa surpresa (e talvez sorte) o rapaz do local onde retiramos as bicicletas se esqueceu de anotar o horário de início do aluguel! Ou seja, não era possível saber quanto tempo havíamos ficado com a bicicleta! Entendendo toda a situação, o rapaz cobrou o aluguel somente por uma hora! Ficamos aliviados!!

Saindo do parque não nos aguentávamos de calor e sede! Nossas garrafinhas já estavam vazias a essa altura! Pedimos indicação para chegar ao Starbucks mais próximo, que não era muito distante. Entrando lá pedimos umas bebidas bem geladas, sentamos num sofá e começamos a tentar entender o que havia acontecido… Estávamos um tanto quanto atordoados! Depois de relaxar, refrescar e hidratar, continuamos nosso passeio.

Seguimos em direção ao Charging Bull, um dos grandes símbolos e ponto turístico do Centro Financeiro de Manhattan! Andamos alguns minutos até que achamos estar seguindo na direção errada. Paramos para pedir informação a um policial em frente a um parque. Ele todo simpático nos apontou para o outro lado do parque, onde avistamos uma multidão em volta de uma estrutura metálica. Agradecemos e começamos a ir. Nesse momento o Alex me para e fala: “Vamos pedir pra tirar uma foto com o guarda, ele foi tão legal com a gente!” e eu digo: “Ok!”… Chegamos no guarda e falamos: “Você foi tão legal, pode tirar uma foto com a gente?” e ele respondeu: “Claro!”, colocou seus óculos escuro e fez cara de mau. Nesse momento colocamos nossos óculos também, nos aproximamos do guarda e batemos a foto… Talvez essa tenha sido uma das fotos mais marcantes, uma das mais engraçadas e uma das que possuí mais história para contar! Sem mais delongas, a foto:

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IMG_0967Agradecemos a foto e atravessamos o parque para conhecer o famoso Charging Bull. Havia muita gente naquele lugar… Todos tentando tirar foto com a cabeça do touro. Enquanto isso, algumas pessoas iam atrás do touro e passavam a mão em um local bem, digamos, peculiar! Já havia lido sobre isso: dizem que o ritual traz sorte e dinheiro. Resolvi não perder a chance e pedi para o Alex registrar o momento em uma foto (a mais constrangedora e engraçada de todas)…

Depois de esperar algum tempo, a grande multidão do local foi se dispersando e conseguimos tirar uma foto mais “bonita” do que a anterior… Hahahahahaha!

A visão dessa pontinha de bifurcação de rua proporcionou uma visão maravilhosa!

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Seguimos andando por entre as ruas e fomos parar no meio do distrito financeiro! Infelizmente não tirei fotos, mas foi incrível observar os novaiorquinos engravatados e as mulheres com saias e salto alto correndo de um lado para o outro, desviando dos turistas que assim como nós estavam encantados com a atmosfera local!

Como o sol estava começando a ficar perto do horizonte decidimos ir até a High Line ou não conseguiríamos chegar a tempo de vê-lo se pôr! Pegamos o metrô na estação Rector St. e seguimos na linha 1 vermelha até a 14 St. Station, onde descemos. O trajeto demorou aproximadamente 20 minutos. Quando saímos da estação e vimos o céu começamos a ficar preocupados… O sol estava quase no horizonte. Começamos a correr em direção ao Chelsea Market, onde poderíamos subir na High Line . Atravessamos todo o mercado praticamente correndo e por isso não tiramos fotos. O local é maravilhoso, uma antiga fábrica da Nabisco onde o biscoito Oreo foi inventado! Hoje, o espaço abriga diversos restaurantes e lojas com os mais diversos alimentos e especiarias.

Saindo do outro lado do mercado avistamos a escada para subir na High Line. Chegando lá percebemos que o sol havia acabado de se pôr… Não ocorreu tudo conforme havíamos planejado, porém ainda conseguimos pegar o finalzinho do espetáculo!

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Aproveitamos para andar pelo local, um parque montado onde antes passavam vários trens. Os trilhos foram conservados e são um dos maiores charmes do local, além, é claro, da vista de Manhattan, da natureza no meio da selva de pedra e da arquitetura dos prédios próximos! Eu adorei esse lugar, tão calmo que nem parece que estávamos no meio de uma das cidades mais movimentadas do mundo!

Andamos quase até o final da linha e descemos numa escada que dava no cruzamento da 10th Ave. com a 30th St. A essa hora do dia estávamos com fome. Sugeri ao Alex de irmos até a Carlo’s Bakery, já que iríamos voltar andando até a Grand Central e de qualquer forma passaríamos bem ao lado do local. Ele aceitou e seguimos andando pela 9th Ave., uma das avenidas mais calmas da região quando comparada, por exemplo, com as movimentadíssimas 5th e 7th Ave. Quando chegamos na Carlo’s Bakery o céu já estava anunciando o início da noite.

O final desse relato eu contei na postagem que fiz sobre a doceria, já que por ser um ponto turístico a parte mereceu um post só para ela! Para ler, clique aqui! Encerro minha postagem dizendo que esse foi o melhor passeio que fiz durante minha viagem! Foram as risadas, as tantas paisagens diferentes, as reviravoltas e a presença de uma ótima companhia que proporcionaram diversas histórias para contar sobre a ensolarada tarde de terça-feira do dia 28/07/2015.

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Visitando a Carlo’s Bakery de Manhattan! (Bake Shop)

Hello!!

Na postagem de hoje falarei um pouco mais sobre uma das mais disputadas lojas de doces da região, a Carlo’s Bakery! A marca ficou famosa pelo reality show Cake Boss, onde Buddy Valastro e seus familiares administram uma loja que começou com Carlo Guastaferro e foi posteriormente comprada por Bartolo Valastro, o pai de Buddy.

Aproveitando que eu estava em Manhattan fui na loja de NY, visitei a loja que localiza-se no cruzamento da 8th Ave. com a 42nd St. A original encontra-se em Hoboken, New Jersey.

Vindo de Tarrytown, desci na Grand Central Station e andei reto na 42nd St. por aproximadamente 1200 metros. Caso esteja de metrô você pode descer em qualquer estação Times Sq. – 42 St. ou na 42 St. Port Authority Bus Terminal Station.

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Entrando na loja eu e mais dois amigos pegamos uma senha para sermos atendidos. A loja estava beeem cheia! Enquanto esperávamos a senha ficamos de olho e esperando também liberar um lugar para sentar, a loja possuí diversos lugares mas todos estavam ocupados! Aproveitei esse momento para tirar fotos da loja e babar um pouquinho nos doces…

Foi incrível perceber a quantidade de brasileiros que estavam nessa loja! Acho que o que menos vi foram pessoas com outras nacionalidades!

Esperamos bastante tempo, então além de escolher previamente o doce que iríamos querer e verificar os preços (que são bem salgados), aproveitei para tietar um pouquinho o Buddy que estava presente na loja!

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Ok, ele era de papelão… Mas o que vale é a intenção hahahahaha! Enquanto eu estava nos EUA, Buddy estava aqui no Brasil gravando Batalha dos Confeiteiros!

Finalmente chegou nossa vez de comprar os doces! Decidimos comprar somente um bolo, já que nós três havíamos almoçado há pouco tempo e ficamos com medo de sobrar bolo demais… Além de que o pequeno doce que pegamos custou US$ 10,00!!!

Depois de pagar conseguimos nos acomodar em um pequeno espaço das bancadas para degustar nosso bolo! Era uma torta de chocolate com um recheio cremoso e aerado com cobertura de chocolate meio amargo… Deixo abaixo fotos do processo de abertura da embalagem!

As fotos passam (pelo menos para mim) uma sensação de que está uma delícia e que você pode comer uns 3 bolinhos desse sozinho! Foi essa a sensação que tivemos também. Até começar a comer… Não me entenda mal, o bolo estava divino! Uma delícia, talvez um dos melhores bolos de chocolate que eu já comi! Entretanto, depois da quarta ou quinta garfada ele começa a tornar-se enjoativo! Não sei se é por ser doce demais ou por parecer ser pequeno mas não ser tão pequeno assim… Esse bolinho deu na medida para três pessoas! Não faltou e nem sobrou.

Alguns dias depois fui lá novamente, dessa vez com o Alex (que já escreveu algumas postagens aqui no blog, clique aqui e aqui para ler!). Entramos na loja, pegamos uma senha e ficamos em um determinado lugar para esperar. Coincidentemente, bem na nossa frente havia um casal que estava saindo da enorme mesa central que há no local. Não pensamos duas vezes e sentamos! Enquanto eu guardava nossos lugares o Alex foi comprar o bolo (que já havíamos escolhido). Eu falei para ele pegar o bolo e nada mais, já havia contado para ele a história da minha experiência anterior.

Pouco tempo depois vejo ele voltando para a mesa. Com dois bolos na bandeja! Ele disse que não resistiu e pegou, além daquele bolo que já iríamos comer, um cupcake…

Começamos a comer. O bolo estava um pouco mais enjoativo que o primeiro que comi, com ainda mais “doçura”… Acho que era um pouco de chocolate demais! Com um pouco de esforço terminamos o bolo. E ainda havia o cupcake! Mal conseguimos dar uma mordida, então enrolamos num guardanapo e levamos para o campus para comer depois!!! Hahaha!

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Saindo da loja eu não conseguia pensar em outra coisa: preciso comer alguma coisa salgada! Estava com alguma saturação de doces, se isso é possível… Atravessamos a rua e fomos em direção ao Mc Donald’s que fica no caminho entre a Carlo’s Bakery e a Grand Central! No caminho percebi que a paisagem estava muito bonita e parei para tirar uma foto. Essa tornou-se uma das fotos favoritas que tirei!

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Depois de comprar minha dose de comida salgada fomos em direção a Grand Central, sem pressa alguma. Enquanto comíamos, conversávamos, ríamos e andávamos devagar até a estação percebi que estávamos envoltos em uma maravilhosa atmosfera! O calor do verão estadunidense, as luzes de Manhattan e a sensação de ser uma verdadeira novaiorquina são algumas das coisas que mais me deixam com saudades dessa viagem. Esse dia, em especial, foi sensacional (para ver o início do relato desse dia, clique aqui)!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Museu de História Natural e Memorial do 11 de Setembro!

Hello!!

No post de hoje falarei um pouco mais sobre o Museu de História Natural e o Memorial do 11 de Setembro.

Famoso pela aparição no filme “Uma Noite no Museu”, o American Museum of Natural History é um grande acervo da natureza ao redor do globo e através do tempo! Dividido em vários andares, suas várias salas possuem diversas exposições sobre os mais variados temas relacionados a evolução das espécies.

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Lateral do museu, talvez uma antiga entrada

Para chegar lá de metrô a melhor opção é a linha C azul, que para praticamente na porta do local. Eu e minha amiga brasileira estávamos vindo de Tarrytown e descemos na Marble Hill para economizar tempo e dinheiro (clique aqui para saber mais como isso funciona). Ao pegarmos o metrô lá a melhor opção foi irmos pela linha 1 vermelha, entretanto, ao chegarmos no destino, tivemos que dar toda uma volta ao redor do museu para chegar até sua entrada…

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Logo na entrada já é possível ver nosso famoso amigo Theodore Roosevelt

Na entrada existe uma longa lista das coisas proibidas, entre elas armas de fogo, objetos pontiagudos e comida! Exatamente, comida!! A parte mais irônica de tudo isso é que antes de pegarmos o trem em Tarrytown havíamos passado na CVS e lotado as mochilas de comida! Quase entramos em desespero quando vimos o aviso na entrada! Olhamos uma para a outra e seguimos em frente, fingindo que nada de errado estava acontecendo… Assim que passamos pela revista na porta do museu a segurança olhou nossas mochilas, viu as comidas e ignorou pedindo para seguirmos até a próxima fila! Ficamos aliviadas!

Assim que entramos já nos deparamos com dois gigantescos fósseis dos gigantes répteis!

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Após esperar aproximadamente 10 minutos na fila, chegou nossa vez de comprar os ingressos. Tínhamos a opção de comprar o ingresso normal com acesso a todas as exposições do museu ou o ingresso que, além das exposições, dava acesso ao planetário. Preferimos somente a visita sem o planetário e perguntamos o preço. Fomos surpreendidas quando o funcionário nos disse que o valor máximo a ser pago era US$ 22,00 e o mínimo 25 centavos de dólar… Não entendemos direito e ele nos explicou que o museu não trabalha com um valor fixo para entrada, e sim com contribuições! Dessa forma, você paga um valor simbólico por sua visita somente pela conservação do local. Decidimos pagar US$ 10,00 cada uma. Eu achei essa uma iniciativa muito interessante, já que dessa forma qualquer um pode ter acesso a cultura do local!

WhatsApp-Image-20160525 (9)A divisão do prédio é bem complicada… São vários andares com várias exposições em cada um! Para não se perder, recomendo pegar um guia na entrada! Existem guias em diversas línguas, inclusive em português! Além de ser muito bem explicado, o guia é bem útil se você gosta de andar sem se perder no meio das exposições.

Nossa primeira parada foi o salão dos mamíferos americanos. Fiquei encantada com a perfeição dos detalhes em cada um dos cenários expostos! Deixo abaixo algumas fotos (clique para ampliar).

Quando nos demos por conta da imensidão do museu e do tempo que havíamos gasto só naquela sala resolvemos selecionar o que queríamos ver. Fomos andando até as salas que nos interessavam e aproveitamos para ver o que havia no caminho.

Tudo o que existe naquele lugar é tão bem trabalhado, tão bem conservado que faz valer a pena cada centavo que você deixou como contribuição na entrada! Alguns artefatos deixavam dúvida se eram reais ou réplicas!


Entre as várias salas encontramos desde os grandes elefantes até os pequenos pássaros!

Chegamos, então, ao salão da baleia! Uma enorme sala com diversos exemplares dos gigantes da vida aquática ao redor do mundo!

Fomos depois até o salão dos fósseis de dinossauros! É impressionante de ver o tamanho que tinham esses “bichinhos”!

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Andando mais um pouquinho chegamos então a outro ícone do filme “Uma Noite no Museu”, a estátua da Ilha de Páscoa! Eu imaginava ela maior, considerando que o único parâmetro que eu tinha era o filme… Entretanto, sendo bem sincera, o filme não é parâmetro nenhum para o museu! A única coisa do filme que é exatamente igual ao museu em si é a fachada! O resto, por dentro, não tem nada a ver!

Quando já não aguentávamos mais andar ouvimos uma voz no auto falante do museu dizendo que ele iria fechar em 1 hora e que era hora de começarmos a nos dirigir para a saída. Como já estávamos bem cansadas de andar no museu e queríamos visitar outro lugar ainda, decidimos passar pela lojinha e ir embora. Confesso que não há nada tão legal assim na lojinha que valha a pena trazer pra casa…

Na hora da saída nos deparamos com um conhecido amiguinho, o Rex!

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Assim que saímos do museu pegamos a linha C azul e descemos até o sul da ilha na estação Chambers St. Queríamos visitar o memorial das Torres Gêmeas, o local em que montaram duas enormes “piscinas” onde estavam originalmente localizadas as torres derrubadas pelo atentado terrorista do 11 de Setembro.

Descemos na estação e andamos alguns metros até que chegamos na frente no New World Trade Center. O prédio é maravilhoso! Sua construção é feita de uma forma que dê a impressão para quem olha do chão de que ele é infinito!

Como eu já havia subido no Top of the Rock (clique aqui para ler) e no Empire State Building (clique aqui para ler) decidi não subir no One World Trade Center. Entretanto, como não gostaria de deixar esse tópico de fora do blog convidei o Alex, que já escreveu sobre Sleep Hollow (clique aqui para ler), para escrever sobre esse passeio (clique aqui para ler)!!

Apreciamos um pouquinho a visão do prédio e fomos até o memorial. Estava bem cheio…

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O local é cercado por diversas árvores, vários pássaros voam por lá. Mesmo assim o ar de tristeza nesse lugar é imenso! É impossível passar por lá sem ao menos imaginar o que se passou naquele chão alguns anos atrás! Colocarei algumas fotos abaixo.

Saindo de lá passamos na Century 21 que existe lá do lado e compramos algumas maquiagens… E quando terminamos as compras começamos a procurar algum local diferente para jantar. O problema é que não achamos nenhum tão perto assim que nos agradasse, então acabamos no velho e tradicional Mc Donald’s!

Terminamos o dia voltando para Tarrytown, com os pés cansados e a mente rica com tudo o que havíamos visto!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Estátua da Liberdade!

Hello!!

No post de hoje falarei um pouco mais sobre o passeio até a Estátua da Liberdade!

Existem dois tipos de passeio: um que para na ilha da Estátua por alguns minutos ou que possuí um tour por dentro da Estátua, além de parar na Ellis Island, o local em que chegavam os estrangeiros que atracavam em NY (e onde hoje está localizado o Museu da Imigração); e o outro que simplesmente passa pelos locais, sem parar. Para comprar um passeio basta se dirigir a Lower Manhattan, em algum dos cais ou ir até o Battery Park.

Eu e mais dois amigos brasileiros fomos até o Pier 15 onde compramos nossos ingressos para o passeio sem parada, já que estávamos com pouco tempo e não nos interessávamos tanto assim em subir na Estátua. Para chegar lá pegamos o metrô na Grand Cetral Station, descemos na estação Fulton St. e andamos cerca de 700 metros.

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Pagamos US$ 25,00 pelo tour de 1 hora sem parada (a moça que nos vendeu os ingressos deu um desconto por sermos estudantes…). Achei um pouquinho caro pelo o que o passeio oferece.

Uma alternativa é utilizar a balsa gratuita da Staten Island Ferry que oferece uma ótima vista da estátua (pelo menos é o que dizem!). Para pegar a balsa é só ir até a estação South Ferry pela linha 1 ou R do metrô.

Nosso passeio atrasou cerca de 1 hora para sair… Ficamos esperando bastante tempo em uma fila até que finalmente embarcamos. Recomendo ficar na parte de cima do barco, já que é nesse local onde você conseguirá a melhor vista, além das melhores fotos!

Pouco tempo depois o barco começou o trajeto e conseguimos obter uma vista maravilhosa do distrito financeiro (clique nas imagens para ampliar)!!

Navegamos alguns minutos até que, finalmente, a visão da estátua começou a tornar-se mais nítida. Nesse momento do dia o sol estava em um determinado ângulo que eu não sei se ajudou ou atrapalhou nas fotos, só sei que adorei ver como ficaram as imagens depois disso! Entretanto, enquanto estávamos lá no barco, o sol estava muito forte e atrapalhava a visão. Não deixe de passar protetor solar e de levar óculos escuro!

Depois de ficamos alguns minutinhos parados próximos da Estátua para tirar fotos o barco começou a seguir o caminho de volta. No trajeto o barco passou perto da Ellis Island na ida, e perto da Governors Island e por debaixo da Brooklyn Bridge na volta! A visão da ponte é maravilhosa e rende belas fotos!

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Após passar pela ponte o barco começou a virar para voltar ao pier. Nesse momento o sol estava ainda mais “intenso” e rendeu algumas fotos interessantes! Além da linda visão da skyline (ou linha do horizonte) de Manhattan, as nuvens pareciam querer ajudar a tornarem as fotos ainda mais belas!

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Assim que desembarcamos aproveitamos o restinho da tarde para fazer um pequeno passeio pelo Central Park! Se quiser ler um pouco mais sobre, clique aqui.

 

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Chinatown e Little Italy!

Hello!!

O post de hoje será sobre dois bairros super tradicionais de NYC: Chinatown e Little Italy. Localizados na parte sul da ilha, esses bairros são famosos pelas compras e pela culinária (respectivamente…)!

Para chegar lá o melhor meio de transporte é pegar o metrô até a Canal St. Praticamente todas as linhas que vão até o sul da ilha passam por lá! São várias estações chamadas Canal St. espalhadas pela região, de uma ponta a outra dos bairros! Então, assim que você sai da estação é normal ficar bem perdido sem saber de qual lado está… Utilize o Google Maps para saber onde ir ou, simplesmente, pegue um mapa e siga na direção norte! Após alguns minutinhos de caminhada já é possível ver alguns sinais da cultura japonesa que é a mais presente (chegando inclusive a se misturar no meio de Little Italy)!

Entre as várias ruas que fazem parte dos bairros é possível encontrar de tudo! Eletrônicos, roupas, comida, malas, souvenirs… Acabei indo para lá 3 vezes. A primeira para conhecer os bairros e comer uma comida boa depois de passar vários dias comendo a comida do Campus (clique aqui para ler mais); a segunda para ajudar uma amiga a comprar uma mala e a terceira para eu mesma comprar uma mala…

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Foto da minha primeira visita

Na primeira visita, nosso grupo ficou dividido para jantar entre dois restaurantes… Fomos cada um para um canto! Eu e mais dois amigos comemos em um restaurante tipicamente italiano!

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A entradinha de azeite com vinagre balsâmico estava divina! E o meu gnocchi de batata melhor ainda! Os meninos pediram pizza. Um detalhe importante: geralmente, as pizzas italianas são individuais! Não se assuste com o tamanho! A massa é bem fininha, o recheio não é exagerado e as pizzas são uma delícia! Para beber pedimos água, que é gratuita e a vontade em qualquer restaurante da cidade!

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Antes dessa refeição maravilhosa andamos pelos bairros e aproveitamos para fazer compras! Alguns compraram malas, outros compraram souvenirs, e eu comprei uma bolsa… Quem me conhece sabe que sempre compro uma bolsa temática nos países em que visito! Além disso, comprei também um pau de selfie, uma blusa para mim e outra para minha mãe com uma estampa de NY!

Esses bairros são uma verdadeira surpresa… Enquanto andávamos por uma rua que cheirava bastante peixe pois tinha um mercado de peixe a céu aberto, um dos brasileiros encontrou uma lojinha bem pequena com algumas roupas diferentes. Achei lá um shorts com um tecido bem molinho por incríveis 5 dólares! Só não trouxe uma calça do mesmo tecido porque não tinha o meu tamanho!! Aproveite para adentrar esses pequenos esconderijos já que eles podem guardar boas surpresas! Só não adentre em todos… Alguns vendedores podem ser incrivelmente chatos e insistentes!

Tome cuidado também para não cair em armadilhas de preços. Algumas malas, por exemplo, podem ser encontradas com preços menores em lojas do próprio bairro! Visite outras lojas e não saia comprando na primeira que entrar só porque o vendedor está insistindo! Os produtos geralmente são caros e, em alguns casos, os vendedores abaixam os preços se você demonstrar desinteresse! Caso não queira algum produto, diga que não, agradeça e saia andando. Infelizmente essa foi a única maneira que encontramos para não sermos muito incomodados pelos vendedores. Preste atenção também no estado dos produtos; verifique se não estão com muito pó ou danificados.

Na terceira vez que visitei o local estava sozinha e com um único objetivo, que era comprar uma mala. Pensava comigo mesma: “Vou direto para as lojas que tem mala, vou ignorar todas as outras coisas. Estou indo para comprar somente a mala e mais nada!”. Como esses pensamentos nunca funcionam muito bem, é claro que no meio do caminho me deparei com uma placa dizendo “10 chaveiros por 7 dólares”. De início, continuei andando. Até que me dei por conta de que eram 10 chaveiros por 7 dólares! 10 chaveiros por 7 dólares! Cheguei a encontrar 10 por 20, 10 por 15 ou até mesmo 10 por 10 dólares, mas ainda não havia visto 10 por 7 dólares. Uns 3 segundos depois de ver a placa parei, pensei bem, dei meia volta e fui escolher meus 10 chaveirinhos! Algumas ofertas são tentadoras e boas demais para serem recusadas!

Deixando a parte das compras de lado, aproveite para apreciar a atmosfera dos bairros, alguns dos mais antigos de Manhattan!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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PS: tenho um outro blog com a viagem que fiz para a Itália em 2012 com a minha família! Caso queira ler, clique aqui!

Madame Tussauds NY e The New York Public Library!

Hello!!

Antes de começar gostaria de lembrar duas datas importantes relativas a hoje, dia 4 de julho. A primeira delas é que hoje é o dia da independência dos EUA! Um feriado nacional que é comemorado em diversos pontos da Big Apple com direito a queima de fogos! Informe-se sobre os melhores lugares para assistir caso esteja pela cidade neste dia!

A outra data é relativa um ano atrás: 4 de julho de 2015, o dia em que iniciei minha viagem! Sinto uma saudade imensa de todos os momentos, de todos os amigos (e dos amigos que acabaram tornando-se irmãos de outra mãe), das risadas, da cidade… Enfim, de tudo! Não consigo superar o fato de que já faz um ano! Demorou tanto tempo pra chegar, passou tão rápido e, agora, já faz tempo que aconteceu…

Mas vamos ao que interessa! A postagem de hoje vai ser um pouquinho diferente… Não existirão muitas informações úteis, será um pouco mais descontraído!

O Madame Tussauds, uma rede de museus espalhada mundo afora, tem sua base nas estátuas de cera de pessoas famosas! É super divertido andar entre os salões e tirar fotos com Brad Pitty, Ed Sheeran e, até mesmo, o papa!

Em NY, o museu está super bem localizado na 42st. Saindo da Grand Central Station é só seguir pela rua até encontrar um trecho mais movimentado, cerca de 1 km de caminhada. Não tem como errar! Um pouco mais a frente, está uma das docerias mais famosas da cidade: a Carlo’s Bakery! Não é a original da série, mas tem várias coisas deliciosas e tentadoras! Se quiser saber um pouquinho mais sobre ela, clique aqui .

No dia que fui visitar o museu, estava com o Alex (um amigo já conhecido aqui no blog que, inclusive, escreveu dois posts – clique aqui  e aqui para ler!). Assim, ele irá aparecer em algumas das fotos também!

Compramos nosso ingresso antes de sair do Campus, pela internet (link clicando aqui). Na época (julho/2015), existia um cinema 4D da Marvel dentro do museu; quem comprasse os ingressos pela internet tinha direito a furar a fila de entrada e de entrar gratuitamente no cineminha! Paguei U$ 25,75, uma grande economia comparando com os U$ 37,00 originais!

Antes de sair, coloque um bom tênis e prepare-se para passar um bom tempo em pé… Hahaha!

Chegando lá entramos direto sem nenhuma fila, subimos uma escadinha e tiramos a primeira das fotos oficiais. Descobrimos mais tarde na lojinha que cada foto custava bem caro… Logo depois pegamos um elevador. Esse foi talvez o primeiro momento em que eu me senti boiando na viagem toda! Um homem começou a dar algumas instruções acerca do que fazer e o que não fazer dentro do museu. Até aí tudo bem, o problema é que ele falava rápido… MUITO rápido! E pra ajudar um pouquinho, quase todas as pessoas que estavam no elevador com a gente eram ingleses ou estadunidenses!!

Saindo do elevador passamos por um pequeno observatório que fica acima da 42st. A vista é sensacional!

(Clique nas fotos para ampliar)

Depois de apreciar um pouquinho a vista fomos até o primeiro salão do museu. Comecei a rir quando eu vi aquele lugar… Não pelas estátuas de cera espalhadas pelo local, mas sim pelas pessoas abraçando, agarrando e fazendo fila pra tirar foto com as estátuas! Depois de um tempo você acostuma e entra na brincadeira também, mas no começo é no mínimo um tanto engraçado!

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A partir daqui a aventura se resume a fotos e mais fotos com várias pessoas famosas… Colocarei aqui as fotos mais engraçadas!

Estávamos andando até que chegamos no cinema 4D! Apresentamos nossos ingressos e entramos sem problema algum. Ficamos esperando alguns minutinhos até o início da próxima sessão numa sala com umas estátuas bem legais (não tenho certeza se essas eram de cera…)!

Caso você vá nesse cineminha, vá preparado… Não vá com coisas que não passam ser molhadas! Sai bem molhada por conta dos esguichos de água que fazem parte da atração! Aah, e uma dica: vá preparado para levar alguns cutucões inesperados! Hahaha! É super divertido e bem rapidinho, o filme não dura mais do que 15 minutos!

Saindo de lá fomos parar em um salão que mostra o processo de criação das estátuas. MUITO bom!

Andamos um pouco mais e fomos parar no último salão: o dos músicos!

A visita inteira durou mais ou menos 2 horas. Depois do último salão você sai na lojinha que tem algumas coisas bem caras (inclusive as fotos oficiais que você tira com algumas das estátuas)… Saindo do museu passamos na The New York Public Library, que também fica na 42 st, no caminho de volta para a Grand Central Station. Não entramos, somente tiramos algumas fotos do lado de fora!

Fomos para a Grand Central e voltamos para Tarrytown depois de um dia super engraçado e divertido!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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