One World Observatory (OWO)!

Hello!!

É com grande tristeza que digo que essa é a última postagem do blog… Desde a segunda-feira do dia 4 de Janeiro que coloco uma postagem toda semana aqui; hoje essa louca jornada dos relatos chega ao seu fim!

Para fechar esse ciclo com chave de ouro chamei mais uma vez para escrever aqui no blog uma das pessoas mais marcantes do meu intercâmbio: o Alex, que já apareceu em diversos relatos do blog ! (Para ler a outra postagem que ele escreveu, clique aqui!)

A postagem de hoje é sobre o One World Observatory (OWO), o prédio mais alto do ocidente e o principal do complexo World Trade Center. Como eu já havia visitado tanto o Empire State (clique aqui para ler) quanto o Rockfeller Center (clique aqui para ler) e havia visto a Big Apple de cima duas vezes, acabei preferindo não ir visitar o OWO. Assim, nesse dia o Alex foi visitá-lo com uma outra amiga nossa, a Simone!

O prédio, que está localizado no sul de Manhattan, havia sido recém inaugurado (no dia 29 de maio de 2015) quando o Alex e a Simone foram visitá-lo! Para chegar lá é só pegar o metrô e descer na estação World Trade Center; como a estação é nova e não tivemos a oportunidade de conhecê-la, não sabemos direito como ela funciona… Pelo o que pude entender quase todas as linhas que vão ao sul da cidade passam por ali!

Deixo aqui, a partir de agora, o relato do Alex!

Bom! Vamos lá!

Mais uma aventura na maravilhosa New York City! Nesse dia eu e a Simone fomos ao One World Observatory, é muito fácil de chegar! (Também, você consegue ver aquele monumento de longe!!). Hoje é bem mais fácil de ir até lá porque a estação de trem e metrô que está pronta te deixa na porta do edifício!

Como em qualquer ponto turístico, tem uma fila para comprar o ingresso para subir no prédio. A fila flui muito bem, não perdermos nem 10 minutos para comprar nossos ingressos. O ingresso custou 34 dólares; existem outros tipos de ingressos que você pode ver mais clicando aqui.

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A entrada

Na hora de comprar decidimos comprar ingressos para o último horário da visitação, que é por volta das 22 horas. Decidimos ir nesse horário porque já havíamos visto NYC a luz do sol, só faltava vê-la durante a noite!

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O horário chegou! Não sei se é por causa do horário mas foi tranquila nossa entrada, houve a revista de bolsas como em todo lugar e passamos o ingresso num leitor. O local é muito grande, mas sempre haverá um guarda que orienta para onde seguir.

O “tour” começa pelo subsolo do prédio que é realmente impressionante. Eles deixaram parte dos destroços do 11 de Setembro como sustentação desse novo edifício e cada ruína ou pedra tem uma mensagem muito emocionante juntamente com o nome das pessoas que faleceram.

No final do caminho no subsolo começam a se formar duas filas para pegar o elevador que vai até 104º andar. Esse elevador é outra coisa impressionante, é muito rápido e em 60 segundos você já está no topo! O interior do elevador é revestido de telas de LED que possuem a animação de elevador subindo, é incrível! Nessa subida gravei um vídeo que deixo para vocês assistirem…

Chegando ao topo e saindo do elevador existe uma salinha que te prepara uma surpresa… E QUE SURPRESA! Gravei essa parte da visita também!

Depois que sobem as telas, é uma experiência sem igual ver a linda NYC do topo! O local é um andar inteiro com visão 360 graus, revestido totalmente por vidros. É simplesmente uma visão perfeita da cidade; como pegamos o último horário estava tranquilo de andar e tirar milhares de fotos.

Há também no local uma área que conta a história de cada prédio que existe na cidade e uma área de conveniência.

Ao final da visita, o elevador desce rapidinho e você sai daquele lugar renovado depois de ter uma experiência maravilhosa!

E é assim que eu (e o Alex, é claro) nos despedimos… Muito obrigada por ter acompanhado o blog até aqui! E caso você seja novo, sinta-se a vontade para navegar!

Espero que tenha gostado da postagem! Continue acompanhando o blog pelo Facebook e não deixe de ler as outras postagens!

See you!! (I hope so!)

 

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Outlets próximos a NY!

Hello!!

Na postagem de hoje falarei um pouco mais sobre três Outlets próximos a NY para quem quer aproveitar a viagem ou o intercâmbio para fazer algumas comprinhas!!

Eu visitei dois deles, o Woodbury Common Premium Outlets e o Palisades Center, esse último é na verdade um shopping com carinha de Outlet! O terceiro que falarei aqui eu não visitei, mas tive amigos que foram. Escreverei, então, a partir dos comentários dessas pessoas!

Woodbury Common Premium Outlets – Localizado a aproximadamente 45 minutos de Tarrytown e a 1 hora de Manhattan, todos trajetos para chegar até ele passam por um pedágio. Fui até ele de táxi com minhas roommates, partimos de Tarrytown. O valor para ir foi US$ 100,00 e o de volta foi US$ 75,00 (o valor se refere ao táxi, não importando quantas pessoas o utilizassem). Achei ambos os preços BEM salgados, entretanto já estávamos com o horário bem apertado quando saímos e tivemos que pegar um dos táxis que estavam na porta do campus. É claro que o taxista aproveitou da nossa inocência para enfiar a faca… Na volta tivemos que pedir um número para chamar o táxi para uma moça que também estava esperando um táxi! Nunca deixe de ter salvo no seu celular pelo menos um número para não ficar na mão!!

Chegando lá procuramos por algum local que nos oferecesse um mapa, já que o local é gigante e não fazíamos ideia por onde começar! Não me lembro bem ao certo onde foi que os encontramos, mas depois que entendemos a geometria do lugar ficou mais fácil de se localizar! A entrada possuí um gigante estacionamento com um círculo de lojas em volta. No lado oposto à entrada é onde estão todas as outras lojas distribuídas em caminhos “circulares”. No mapa abaixo dá para entender melhor!

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Gastamos um dia inteiro nesse Outlet, chegamos aproximadamente 10 da manhã e fomos sair mais ou menos 5 da tarde (cheias de sacolas!). Almoçamos por lá, existe uma enorme praça de alimentação com várias opções de restaurante; o único problema foi conseguir encontrar uma mesa para sentar já que o local estava lotado!

Em relação às lojas eu gostei bastante, a maior parte são lojas de marca com preços que realmente valem a pena mesmo com o dólar a 4 reais (sim, essa era a cotação com as taxas quando eu fui em julho/2015…)! Comprei várias blusinhas por um preço de aproximadamente US$ 15,00 cada uma, um moletom da GAP por US$ 15,00, um tênis Adidas por US$ 60,00 (daqueles modelos que eu pagaria uns RS 400,00 aqui no Brasil) e duas bolsas, uma da Kipling para mim por US$ 40,00 e uma da Michael Kors para minha mãe por US$ 56,00! Considero o saldo do dia bem positivo! Consegui pegar uns preços ótimos e várias promoções!

O local em si é uma gracinha! Agradável de andar e bem sinalizado. Só senti um pouco de falta de locais com sombra, o Outlet inteiro é a céu aberto… Fazia muito sol e muito calor quando eu fui, era praticamente impossível andar sem óculos escuros! Ressalto aqui que é super importante passar protetor solar sempre que for andar sob o sol, por mais fraco que ele seja!! Use sapatos confortáveis e roupas que não sejam tão difíceis de tirar, já que você irá passar o dia todo trocando de roupa.

(Para acessar o site do outlet, clique aqui).

Palisades Center – Localiza-se a aproximadamente 15 minutos de Tarrytown e a 50 minutos de Manhattan (rota com pedágio). Eu e mais dois amigos brasileiros pegamos um táxi na porta da EF por US$ 40,00 e para voltar fomos até o ponto de táxi do shopping e pagamos US$ 30,00 (os valores, novamente, referem-se ao táxi e não por pessoa). Existe também um ônibus que faz o trajeto Tarrytown-Palisades em aproximadamente 40 minutos; as pessoas que foram me disseram que é super tranquilo.

Como eu já citei no começo do post, o Palisades não é bem um outlet mas sim um shopping. A diferença é que ele é um shopping com várias das lojas que nós brasileiros apreciamos, como Forever 21, Victoria Secrets, Abercrombie & Fitch, Aeropostale, GAP, Macy’s… (Para ver a lista completa das lojas e ter acesso ao site, clique aqui).

Chegamos aproximadamente meio dia no local, almoçamos na praça de alimentação e partimos para as compras! Minha primeira parada foi a Forever 21, a segunda parada foi o segundo andar da Forever 21… A loja é tão grande que gastei a tarde toda praticamente escolhendo e provando roupas! Comecei escolhendo 5 regatinhas básicas (aquelas típicas da Forever), uma de cada cor; fiquei impressionada com os incríveis US$ 1,90 que paguei em cada uma! Fui colocando em uma sacola várias roupas, quase não conseguia mais olhar as roupas direito nas araras sem ficar esbarrando na minha própria sacola! Dos produtos que separei levei uma calça jeans por US$ 10,00 e uma saia por US$ 6,00, além das blusinhas! Quando achei que não dava pra segurar mais nada nas minhas mãos eu fui procurar o provador. Descobri que ficava no segundo andar, até aí tudo bem. Até que eu subi… E me deparei mais e mais roupas! Assim que cheguei na sessão infantil descobri mais uma infinidade de regatinhas básicas e peguei mais duas!

Como eu não aguentava mais olhar e nem segurar roupas, fui direto ao provador. Nunca tive na vida uma calça jeans que serviu tão bem! Sem ajustes na cintura, sem ajustes na barra; simplesmente foi feita para mim! Provei tudo, separei o que serviu e fui para o caixa. Chegando na fila para pagar me deparei com várias maquiagens e acabei incluindo na minha sacola uma base em pó!  O saldo nessa loja foi: 7 regatinhas, 1 saia, 1 calça jeans e uma base em pó por incríveis US$ 48,42! Considero essa como uma das melhores compras que já fiz na vida!

Saindo de lá fui até a Victoria Secrets e comprei vários cremes, tanto para mim como para levar de presente para algumas amigas. Estavam todos em promoção, paguei 1/3 do valor original de cada frasco!

A essa altura já eram mais de 5 da tarde e decidimos voltar para o campus.

*Tanto as compras no Outlet quanto as compras no Palisades são taxadas no valor final em aproximadamente 4,3% nas roupas e em 8,4% em acessórios (o que acaba sendo tudo o que não é roupa).*

Jersey Gardens – Localizado em New Jersey a aproximadamente 1 hora de Tarrytown (trajeto com pedágio) e a 30 minutos de Manhattan, esse outlet é talvez um dos mais procurados pelos turistas por não possuir acréscimo das taxas! Ou seja, o valor que está afixado na peça é o valor final, sem que se acrescente 4,3% no preço! Meus amigos brasileiros juntaram um grupo de 12 pessoas e contrataram uma van por US$ 300,00 . Assim que chegaram, os que eram maiores de 18 e apresentaram o passaporte ganharam um bloquinho com vouchers de desconto para quase todas as lojas!

No Jersey Gardens é possível encontrar quase todas as lojas que se tem também no Woodbury (clique aqui para ver a lista) e a maioria delas é muito barata, mais barata do que o normal; isso porque a maioria das peças são de coleções passadas (um verdadeiro Outlet). O espaço é bem grande, são vários andares e a estrutura é muito bem montada. Todos que foram disseram que valeu muito a pena!

Termino por aqui de falar sobre os Outlets! Espero que tenha gostado da postagem! Semana que vem colocarei a última postagem do blog, na tradicional segunda-feira… Infelizmente, os relatos estão chegando ao fim!

See you!!

 

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Brooklyn Bridge, Wall Street e High Line!

Hello!!

Hoje escreverei sobre um dos passeios mais marcantes da minha viagem, o dia em que conheci a Brooklyn Bridge, o distrito financeiro e a High Line! Quem me acompanhou nesse passeio foi meu grande amigo Alex, que já escreveu aqui para o blog também (clique aqui  e aqui para ler)!

Nesse dia, eu e o Alex almoçamos e, enquanto almoçávamos, começamos a definir qual seria o roteiro. Cogitamos fazer várias coisas e no fim acabamos combinando o seguinte: desceríamos numa estação de metrô perto da Brooklyn Bridge e a atravessaríamos de bicicleta, andaríamos por Wall Street para conhecer o distrito financeiro e terminaríamos o dia vendo o pôr do sol na High Line. O tempo para fazer tudo isso estava folgado, talvez desse para vermos outras coisas ainda pelo caminho!

Saindo de Tarrytown, descemos na Marble Hill para pagar menos na passagem do trem, já que de qualquer forma iríamos usar o metrô para chegar até a ponte do Brooklyn (se quiser saber mais como isso funciona, clique aqui). Pegamos a linha 1 vermelha até a Chambers St., onde fizemos uma baldeação para a linha A azul e, logo depois, descemos na estação High Street. Esse trajeto de metrô demorou aproximadamente 1 hora e 15 minutos!

Saindo da estação não fazíamos ideia para qual lado seguir, entretanto, existia um enorme fluxo de turistas indo em uma direção. Não pensamos duas vezes e começamos a ir também! Não muito tempo depois começamos a ver a ponte com toda sua imponência. Andando mais um pouco chegamos em uma espécie de cais e, sem que nos déssemos conta, estávamos tendo uma das melhores visões possíveis de Manhattan!

 (clique nas fotos para ampliar)

Andando mais um pouco por esse cais encontramos um bom local para bater fotos. A tarde daquela terça-feira estava linda: o céu azul e com nuvens, o sol brilhando e a temperatura super alta! (aproveito para reforçar aqui a importância de passar protetor solar mesmo quando o sol estiver fraco!)

Estávamos encantados com essa vista! Mesmo depois de três semanas eu ainda não conseguia acreditar que estava em New York e que, infelizmente, minha viagem estava chegando ao seu fim! Aproveitamos para tirar mais algumas fotos.

Começamos a voltar, um pouco antes de adentrar o cais havíamos visto um local que fazia aluguel de bicicletas. Chegando lá perguntamos como funcionava e o moço nos disse que o aluguel era de US$ 10,00 por hora e que poderíamos devolver a bicicleta do outro lado da ponte num local que ele nos apontou no mapa. O pagamento seria realizado na chegada, porém tivemos que fornecer um número de cartão de crédito como garantia.

Pegamos nossas bikes, subimos nelas e começamos a pedalar. O cais estava localizado quase que na metade da ponte, ou seja, olhando de onde estávamos a ponte estava quase na metade de sua extensão. Tivemos que voltar um bom trecho para conseguir chegar até seu começo. O caminho foi bem tranquilo, é bem comum ver turistas e até mesmo os nativos andando de bicicleta nas laterais das ruas. É super seguro desde que você não invada o espaço dos carros e respeite as regras de trânsito locais (que são praticamente as mesmas existentes aqui no Brasil, como por exemplo: não atravessar a rua pedalando, e sim andando com a bicicleta ao seu lado).

Chegando quase no começo da ponte estávamos andando por um caminho lateral que me pareceu ser um local onde não poderíamos estar andando… Havia uma guarita policial e o local era todo cercado! Paramos para pedir informação de onde era o início da ponte e o guarda gentilmente nos indicou que não estava tão distante assim! Mais um minuto de pedalada e, finalmente, começamos a subir a ponte!

Vale ressaltar que eu disse subir a ponte, e não atravessar… O primeiro trecho do passeio é uma subida MUITO íngreme! Não aguentamos subir direto e tivemos que parar no meio do caminho para recuperar o fôlego! É claro que a parada não foi tão à toa assim, aproveitamos para tirar algumas fotos!

E continuamos a nossa subida. Parecia que a parte alta da ponte não chegava nunca! Como o caminho é dividido em dois, uma parte para os pedestres e outra para os ciclistas, tivemos que nos manter o tempo todo do lado direito dividindo a pista com quem ia e vinha. Não foi fácil, havia bastante gente lá naquele dia! Quando eu achei que teríamos que parar novamente para recobrar o fôlego, o caminho ficou reto! Entre os pilares da ponte o trajeto inteiro é plano e, finalmente, conseguimos relaxar e respirar um pouco!

A terceira parte da ponte foi a mais legal… Não sei bem ao certo quanto tempo demoramos pra subir, mas posso garantir que descemos a ponte em menos de 2 minutos! Foi incrível sentir todo o esforço da subida recompensado enquanto a bicicleta descia somente com a força da gravidade!  Apreciamos a vista de Manhattan se aproximando de nós juntamente com o vento batendo no rosto!

Chegando no fim da ponte começamos a procurar o local que o rapaz havia nos indicado para devolver a bicicleta. Começamos a dar voltas. E mais voltas. E mais voltas. Paramos para pedir informação, nos indicaram o caminho. Seguimos por longos minutos e paramos para descansar na sombra enquanto pensávamos o que fazer, já que não encontrávamos o local de devolução do aluguel de forma alguma!

Eu lembrava que era em algum lugar localizado do lado esquerdo da ponte, e a única coisa que havia lá era um parque. Seguimos então para o parque. Nessa altura do campeonato já estávamos andando há mais de uma hora e nos localizávamos próximos do complexo World Trade Center. Pegamos o caminho que nos levaria até o parque.

Dentro desse parque, o Battery Park, demos mais voltas. Em um determinado momento pegamos um caminho que margeava o rio Hudson e fornecia uma visão ao longe da Estátua da Liberdade! O sol estava começando a ficar mais baixo. Foi uma visão maravilhosa, porém estávamos com pressa para devolver a bicicleta! O aluguel já iria completar duas horas! Quando chegamos ao outro extremo do parque atravessamos uma espécie de porto de embarque e desembarque e, quando menos esperávamos, avistamos uma barraquinha com o nome da empresa que havíamos alugado a bicicleta… Aquele momento foi como encontrar a luz no fim do túnel! Chegamos lá super cansados e suados, já que o dia estava muito quente. O rapaz nos perguntou se havíamos gostado do passeio e explicamos para ele tudo o que havia acontecido! Ele pediu para que entregássemos a ele o papel do aluguel para fazer a cobrança. Para nossa surpresa (e talvez sorte) o rapaz do local onde retiramos as bicicletas se esqueceu de anotar o horário de início do aluguel! Ou seja, não era possível saber quanto tempo havíamos ficado com a bicicleta! Entendendo toda a situação, o rapaz cobrou o aluguel somente por uma hora! Ficamos aliviados!!

Saindo do parque não nos aguentávamos de calor e sede! Nossas garrafinhas já estavam vazias a essa altura! Pedimos indicação para chegar ao Starbucks mais próximo, que não era muito distante. Entrando lá pedimos umas bebidas bem geladas, sentamos num sofá e começamos a tentar entender o que havia acontecido… Estávamos um tanto quanto atordoados! Depois de relaxar, refrescar e hidratar, continuamos nosso passeio.

Seguimos em direção ao Charging Bull, um dos grandes símbolos e ponto turístico do Centro Financeiro de Manhattan! Andamos alguns minutos até que achamos estar seguindo na direção errada. Paramos para pedir informação a um policial em frente a um parque. Ele todo simpático nos apontou para o outro lado do parque, onde avistamos uma multidão em volta de uma estrutura metálica. Agradecemos e começamos a ir. Nesse momento o Alex me para e fala: “Vamos pedir pra tirar uma foto com o guarda, ele foi tão legal com a gente!” e eu digo: “Ok!”… Chegamos no guarda e falamos: “Você foi tão legal, pode tirar uma foto com a gente?” e ele respondeu: “Claro!”, colocou seus óculos escuro e fez cara de mau. Nesse momento colocamos nossos óculos também, nos aproximamos do guarda e batemos a foto… Talvez essa tenha sido uma das fotos mais marcantes, uma das mais engraçadas e uma das que possuí mais história para contar! Sem mais delongas, a foto:

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IMG_0967Agradecemos a foto e atravessamos o parque para conhecer o famoso Charging Bull. Havia muita gente naquele lugar… Todos tentando tirar foto com a cabeça do touro. Enquanto isso, algumas pessoas iam atrás do touro e passavam a mão em um local bem, digamos, peculiar! Já havia lido sobre isso: dizem que o ritual traz sorte e dinheiro. Resolvi não perder a chance e pedi para o Alex registrar o momento em uma foto (a mais constrangedora e engraçada de todas)…

Depois de esperar algum tempo, a grande multidão do local foi se dispersando e conseguimos tirar uma foto mais “bonita” do que a anterior… Hahahahahaha!

A visão dessa pontinha de bifurcação de rua proporcionou uma visão maravilhosa!

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Seguimos andando por entre as ruas e fomos parar no meio do distrito financeiro! Infelizmente não tirei fotos, mas foi incrível observar os novaiorquinos engravatados e as mulheres com saias e salto alto correndo de um lado para o outro, desviando dos turistas que assim como nós estavam encantados com a atmosfera local!

Como o sol estava começando a ficar perto do horizonte decidimos ir até a High Line ou não conseguiríamos chegar a tempo de vê-lo se pôr! Pegamos o metrô na estação Rector St. e seguimos na linha 1 vermelha até a 14 St. Station, onde descemos. O trajeto demorou aproximadamente 20 minutos. Quando saímos da estação e vimos o céu começamos a ficar preocupados… O sol estava quase no horizonte. Começamos a correr em direção ao Chelsea Market, onde poderíamos subir na High Line . Atravessamos todo o mercado praticamente correndo e por isso não tiramos fotos. O local é maravilhoso, uma antiga fábrica da Nabisco onde o biscoito Oreo foi inventado! Hoje, o espaço abriga diversos restaurantes e lojas com os mais diversos alimentos e especiarias.

Saindo do outro lado do mercado avistamos a escada para subir na High Line. Chegando lá percebemos que o sol havia acabado de se pôr… Não ocorreu tudo conforme havíamos planejado, porém ainda conseguimos pegar o finalzinho do espetáculo!

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Aproveitamos para andar pelo local, um parque montado onde antes passavam vários trens. Os trilhos foram conservados e são um dos maiores charmes do local, além, é claro, da vista de Manhattan, da natureza no meio da selva de pedra e da arquitetura dos prédios próximos! Eu adorei esse lugar, tão calmo que nem parece que estávamos no meio de uma das cidades mais movimentadas do mundo!

Andamos quase até o final da linha e descemos numa escada que dava no cruzamento da 10th Ave. com a 30th St. A essa hora do dia estávamos com fome. Sugeri ao Alex de irmos até a Carlo’s Bakery, já que iríamos voltar andando até a Grand Central e de qualquer forma passaríamos bem ao lado do local. Ele aceitou e seguimos andando pela 9th Ave., uma das avenidas mais calmas da região quando comparada, por exemplo, com as movimentadíssimas 5th e 7th Ave. Quando chegamos na Carlo’s Bakery o céu já estava anunciando o início da noite.

O final desse relato eu contei na postagem que fiz sobre a doceria, já que por ser um ponto turístico a parte mereceu um post só para ela! Para ler, clique aqui! Encerro minha postagem dizendo que esse foi o melhor passeio que fiz durante minha viagem! Foram as risadas, as tantas paisagens diferentes, as reviravoltas e a presença de uma ótima companhia que proporcionaram diversas histórias para contar sobre a ensolarada tarde de terça-feira do dia 28/07/2015.

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Visitando a Carlo’s Bakery de Manhattan! (Bake Shop)

Hello!!

Na postagem de hoje falarei um pouco mais sobre uma das mais disputadas lojas de doces da região, a Carlo’s Bakery! A marca ficou famosa pelo reality show Cake Boss, onde Buddy Valastro e seus familiares administram uma loja que começou com Carlo Guastaferro e foi posteriormente comprada por Bartolo Valastro, o pai de Buddy.

Aproveitando que eu estava em Manhattan fui na loja de NY, visitei a loja que localiza-se no cruzamento da 8th Ave. com a 42nd St. A original encontra-se em Hoboken, New Jersey.

Vindo de Tarrytown, desci na Grand Central Station e andei reto na 42nd St. por aproximadamente 1200 metros. Caso esteja de metrô você pode descer em qualquer estação Times Sq. – 42 St. ou na 42 St. Port Authority Bus Terminal Station.

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Entrando na loja eu e mais dois amigos pegamos uma senha para sermos atendidos. A loja estava beeem cheia! Enquanto esperávamos a senha ficamos de olho e esperando também liberar um lugar para sentar, a loja possuí diversos lugares mas todos estavam ocupados! Aproveitei esse momento para tirar fotos da loja e babar um pouquinho nos doces…

Foi incrível perceber a quantidade de brasileiros que estavam nessa loja! Acho que o que menos vi foram pessoas com outras nacionalidades!

Esperamos bastante tempo, então além de escolher previamente o doce que iríamos querer e verificar os preços (que são bem salgados), aproveitei para tietar um pouquinho o Buddy que estava presente na loja!

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Ok, ele era de papelão… Mas o que vale é a intenção hahahahaha! Enquanto eu estava nos EUA, Buddy estava aqui no Brasil gravando Batalha dos Confeiteiros!

Finalmente chegou nossa vez de comprar os doces! Decidimos comprar somente um bolo, já que nós três havíamos almoçado há pouco tempo e ficamos com medo de sobrar bolo demais… Além de que o pequeno doce que pegamos custou US$ 10,00!!!

Depois de pagar conseguimos nos acomodar em um pequeno espaço das bancadas para degustar nosso bolo! Era uma torta de chocolate com um recheio cremoso e aerado com cobertura de chocolate meio amargo… Deixo abaixo fotos do processo de abertura da embalagem!

As fotos passam (pelo menos para mim) uma sensação de que está uma delícia e que você pode comer uns 3 bolinhos desse sozinho! Foi essa a sensação que tivemos também. Até começar a comer… Não me entenda mal, o bolo estava divino! Uma delícia, talvez um dos melhores bolos de chocolate que eu já comi! Entretanto, depois da quarta ou quinta garfada ele começa a tornar-se enjoativo! Não sei se é por ser doce demais ou por parecer ser pequeno mas não ser tão pequeno assim… Esse bolinho deu na medida para três pessoas! Não faltou e nem sobrou.

Alguns dias depois fui lá novamente, dessa vez com o Alex (que já escreveu algumas postagens aqui no blog, clique aqui e aqui para ler!). Entramos na loja, pegamos uma senha e ficamos em um determinado lugar para esperar. Coincidentemente, bem na nossa frente havia um casal que estava saindo da enorme mesa central que há no local. Não pensamos duas vezes e sentamos! Enquanto eu guardava nossos lugares o Alex foi comprar o bolo (que já havíamos escolhido). Eu falei para ele pegar o bolo e nada mais, já havia contado para ele a história da minha experiência anterior.

Pouco tempo depois vejo ele voltando para a mesa. Com dois bolos na bandeja! Ele disse que não resistiu e pegou, além daquele bolo que já iríamos comer, um cupcake…

Começamos a comer. O bolo estava um pouco mais enjoativo que o primeiro que comi, com ainda mais “doçura”… Acho que era um pouco de chocolate demais! Com um pouco de esforço terminamos o bolo. E ainda havia o cupcake! Mal conseguimos dar uma mordida, então enrolamos num guardanapo e levamos para o campus para comer depois!!! Hahaha!

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Saindo da loja eu não conseguia pensar em outra coisa: preciso comer alguma coisa salgada! Estava com alguma saturação de doces, se isso é possível… Atravessamos a rua e fomos em direção ao Mc Donald’s que fica no caminho entre a Carlo’s Bakery e a Grand Central! No caminho percebi que a paisagem estava muito bonita e parei para tirar uma foto. Essa tornou-se uma das fotos favoritas que tirei!

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Depois de comprar minha dose de comida salgada fomos em direção a Grand Central, sem pressa alguma. Enquanto comíamos, conversávamos, ríamos e andávamos devagar até a estação percebi que estávamos envoltos em uma maravilhosa atmosfera! O calor do verão estadunidense, as luzes de Manhattan e a sensação de ser uma verdadeira novaiorquina são algumas das coisas que mais me deixam com saudades dessa viagem. Esse dia, em especial, foi sensacional (para ver o início do relato desse dia, clique aqui)!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Museu de História Natural e Memorial do 11 de Setembro!

Hello!!

No post de hoje falarei um pouco mais sobre o Museu de História Natural e o Memorial do 11 de Setembro.

Famoso pela aparição no filme “Uma Noite no Museu”, o American Museum of Natural History é um grande acervo da natureza ao redor do globo e através do tempo! Dividido em vários andares, suas várias salas possuem diversas exposições sobre os mais variados temas relacionados a evolução das espécies.

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Lateral do museu, talvez uma antiga entrada

Para chegar lá de metrô a melhor opção é a linha C azul, que para praticamente na porta do local. Eu e minha amiga brasileira estávamos vindo de Tarrytown e descemos na Marble Hill para economizar tempo e dinheiro (clique aqui para saber mais como isso funciona). Ao pegarmos o metrô lá a melhor opção foi irmos pela linha 1 vermelha, entretanto, ao chegarmos no destino, tivemos que dar toda uma volta ao redor do museu para chegar até sua entrada…

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Logo na entrada já é possível ver nosso famoso amigo Theodore Roosevelt

Na entrada existe uma longa lista das coisas proibidas, entre elas armas de fogo, objetos pontiagudos e comida! Exatamente, comida!! A parte mais irônica de tudo isso é que antes de pegarmos o trem em Tarrytown havíamos passado na CVS e lotado as mochilas de comida! Quase entramos em desespero quando vimos o aviso na entrada! Olhamos uma para a outra e seguimos em frente, fingindo que nada de errado estava acontecendo… Assim que passamos pela revista na porta do museu a segurança olhou nossas mochilas, viu as comidas e ignorou pedindo para seguirmos até a próxima fila! Ficamos aliviadas!

Assim que entramos já nos deparamos com dois gigantescos fósseis dos gigantes répteis!

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Após esperar aproximadamente 10 minutos na fila, chegou nossa vez de comprar os ingressos. Tínhamos a opção de comprar o ingresso normal com acesso a todas as exposições do museu ou o ingresso que, além das exposições, dava acesso ao planetário. Preferimos somente a visita sem o planetário e perguntamos o preço. Fomos surpreendidas quando o funcionário nos disse que o valor máximo a ser pago era US$ 22,00 e o mínimo 25 centavos de dólar… Não entendemos direito e ele nos explicou que o museu não trabalha com um valor fixo para entrada, e sim com contribuições! Dessa forma, você paga um valor simbólico por sua visita somente pela conservação do local. Decidimos pagar US$ 10,00 cada uma. Eu achei essa uma iniciativa muito interessante, já que dessa forma qualquer um pode ter acesso a cultura do local!

WhatsApp-Image-20160525 (9)A divisão do prédio é bem complicada… São vários andares com várias exposições em cada um! Para não se perder, recomendo pegar um guia na entrada! Existem guias em diversas línguas, inclusive em português! Além de ser muito bem explicado, o guia é bem útil se você gosta de andar sem se perder no meio das exposições.

Nossa primeira parada foi o salão dos mamíferos americanos. Fiquei encantada com a perfeição dos detalhes em cada um dos cenários expostos! Deixo abaixo algumas fotos (clique para ampliar).

Quando nos demos por conta da imensidão do museu e do tempo que havíamos gasto só naquela sala resolvemos selecionar o que queríamos ver. Fomos andando até as salas que nos interessavam e aproveitamos para ver o que havia no caminho.

Tudo o que existe naquele lugar é tão bem trabalhado, tão bem conservado que faz valer a pena cada centavo que você deixou como contribuição na entrada! Alguns artefatos deixavam dúvida se eram reais ou réplicas!


Entre as várias salas encontramos desde os grandes elefantes até os pequenos pássaros!

Chegamos, então, ao salão da baleia! Uma enorme sala com diversos exemplares dos gigantes da vida aquática ao redor do mundo!

Fomos depois até o salão dos fósseis de dinossauros! É impressionante de ver o tamanho que tinham esses “bichinhos”!

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Andando mais um pouquinho chegamos então a outro ícone do filme “Uma Noite no Museu”, a estátua da Ilha de Páscoa! Eu imaginava ela maior, considerando que o único parâmetro que eu tinha era o filme… Entretanto, sendo bem sincera, o filme não é parâmetro nenhum para o museu! A única coisa do filme que é exatamente igual ao museu em si é a fachada! O resto, por dentro, não tem nada a ver!

Quando já não aguentávamos mais andar ouvimos uma voz no auto falante do museu dizendo que ele iria fechar em 1 hora e que era hora de começarmos a nos dirigir para a saída. Como já estávamos bem cansadas de andar no museu e queríamos visitar outro lugar ainda, decidimos passar pela lojinha e ir embora. Confesso que não há nada tão legal assim na lojinha que valha a pena trazer pra casa…

Na hora da saída nos deparamos com um conhecido amiguinho, o Rex!

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Assim que saímos do museu pegamos a linha C azul e descemos até o sul da ilha na estação Chambers St. Queríamos visitar o memorial das Torres Gêmeas, o local em que montaram duas enormes “piscinas” onde estavam originalmente localizadas as torres derrubadas pelo atentado terrorista do 11 de Setembro.

Descemos na estação e andamos alguns metros até que chegamos na frente no New World Trade Center. O prédio é maravilhoso! Sua construção é feita de uma forma que dê a impressão para quem olha do chão de que ele é infinito!

Como eu já havia subido no Top of the Rock (clique aqui para ler) e no Empire State Building (clique aqui para ler) decidi não subir no One World Trade Center. Entretanto, como não gostaria de deixar esse tópico de fora do blog convidei o Alex, que já escreveu sobre Sleep Hollow (clique aqui para ler), para escrever sobre esse passeio (clique aqui para ler)!!

Apreciamos um pouquinho a visão do prédio e fomos até o memorial. Estava bem cheio…

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O local é cercado por diversas árvores, vários pássaros voam por lá. Mesmo assim o ar de tristeza nesse lugar é imenso! É impossível passar por lá sem ao menos imaginar o que se passou naquele chão alguns anos atrás! Colocarei algumas fotos abaixo.

Saindo de lá passamos na Century 21 que existe lá do lado e compramos algumas maquiagens… E quando terminamos as compras começamos a procurar algum local diferente para jantar. O problema é que não achamos nenhum tão perto assim que nos agradasse, então acabamos no velho e tradicional Mc Donald’s!

Terminamos o dia voltando para Tarrytown, com os pés cansados e a mente rica com tudo o que havíamos visto!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Estátua da Liberdade!

Hello!!

No post de hoje falarei um pouco mais sobre o passeio até a Estátua da Liberdade!

Existem dois tipos de passeio: um que para na ilha da Estátua por alguns minutos ou que possuí um tour por dentro da Estátua, além de parar na Ellis Island, o local em que chegavam os estrangeiros que atracavam em NY (e onde hoje está localizado o Museu da Imigração); e o outro que simplesmente passa pelos locais, sem parar. Para comprar um passeio basta se dirigir a Lower Manhattan, em algum dos cais ou ir até o Battery Park.

Eu e mais dois amigos brasileiros fomos até o Pier 15 onde compramos nossos ingressos para o passeio sem parada, já que estávamos com pouco tempo e não nos interessávamos tanto assim em subir na Estátua. Para chegar lá pegamos o metrô na Grand Cetral Station, descemos na estação Fulton St. e andamos cerca de 700 metros.

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Pagamos US$ 25,00 pelo tour de 1 hora sem parada (a moça que nos vendeu os ingressos deu um desconto por sermos estudantes…). Achei um pouquinho caro pelo o que o passeio oferece.

Uma alternativa é utilizar a balsa gratuita da Staten Island Ferry que oferece uma ótima vista da estátua (pelo menos é o que dizem!). Para pegar a balsa é só ir até a estação South Ferry pela linha 1 ou R do metrô.

Nosso passeio atrasou cerca de 1 hora para sair… Ficamos esperando bastante tempo em uma fila até que finalmente embarcamos. Recomendo ficar na parte de cima do barco, já que é nesse local onde você conseguirá a melhor vista, além das melhores fotos!

Pouco tempo depois o barco começou o trajeto e conseguimos obter uma vista maravilhosa do distrito financeiro (clique nas imagens para ampliar)!!

Navegamos alguns minutos até que, finalmente, a visão da estátua começou a tornar-se mais nítida. Nesse momento do dia o sol estava em um determinado ângulo que eu não sei se ajudou ou atrapalhou nas fotos, só sei que adorei ver como ficaram as imagens depois disso! Entretanto, enquanto estávamos lá no barco, o sol estava muito forte e atrapalhava a visão. Não deixe de passar protetor solar e de levar óculos escuro!

Depois de ficamos alguns minutinhos parados próximos da Estátua para tirar fotos o barco começou a seguir o caminho de volta. No trajeto o barco passou perto da Ellis Island na ida, e perto da Governors Island e por debaixo da Brooklyn Bridge na volta! A visão da ponte é maravilhosa e rende belas fotos!

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Após passar pela ponte o barco começou a virar para voltar ao pier. Nesse momento o sol estava ainda mais “intenso” e rendeu algumas fotos interessantes! Além da linda visão da skyline (ou linha do horizonte) de Manhattan, as nuvens pareciam querer ajudar a tornarem as fotos ainda mais belas!

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Assim que desembarcamos aproveitamos o restinho da tarde para fazer um pequeno passeio pelo Central Park! Se quiser ler um pouco mais sobre, clique aqui.

 

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Musicais da Broadway + Minha experiência com Mamma Mia!

Hello!!

No post de hoje falarei um pouco mais sobre como funcionam os musicais da Broadway, focando principalmente na minha experiência com Mamma Mia!

Eu e mais duas amigas brasileiras compramos nossos ingressos com a EF! Junto ao preço de $ 100,00 (Julho/2015)  estava incluído também o ônibus de ida e volta. O espetáculo começava 8 da noite. Saímos do campus por volta de seis e vinte e antes das sete estávamos na frente do teatro localizado na 44 St.

Antes do show começar fomos procurar algum lugar para jantar. Rodamos diversos restaurantes sem ficar satisfeitas com o cardápio… Entramos em um restaurante super agradável e com diversas opções! Não lembro bem ao certo o nome, mas ficava quase em frente ao teatro! A comida estava ótima e gastamos uma média de 30 dólares com as taxas inclusas… (É bom saber que os restaurantes perto dos pontos turísticos são bem caros e a comida nem sempre é tão boa assim!)

Assim que saímos do restaurante voltamos até o teatro com o tempo bem curto, faltavam 10 minutos para o início do show! Entramos no teatro e sentamos em nossos lugares. Enquanto o show não começava minhas duas amigas foram comprar alguma coisa para beber e, assim que voltaram, faltava algum tempinho para o início do show. Foi quando decidimos tirar uma foto para registrar o momento!

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Como eu já disse em diversos posts antes, sempre leve uma blusa! O ar condicionado estava bem forte na sala e teríamos passado frio se não tivéssemos uma!

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O show começou. Não é permitido fotografar a peça, mas, se assim como nós, você é um turista rebelde, é claro que você dará um jeito de registrar o momento!

Inteiramente em inglês, a peça foi realizada em torno desse pequeno cenário! É incrível como um palco simples pode ser tão versátil e tornar-se a alma da apresentação! É por isso que esse musical me encantou tanto! Além de ter passado o espetáculo inteiro cantando as músicas que fizeram parte de uma fase da minha carreira de cinéfila, foi mágico poder ter a oportunidade de ver um musical da Broadway em New York! Foi como poder riscar um item da lista de coisas para se fazer durante a vida!

A última cena da peça é a mais animada! Nesse momento todos levantam, cantam, dançam e se divertem junto aos atores! Se você assistiu ao filme deve lembrar-se da última cena que não tem nada a ver com a história, os atores ficam simplesmente cantando e dançando algumas músicas. É exatamente a mesma coisa no musical! Após um pouco mais de duas horas de espetáculo com direito a um intervalo, a peça terminou.

Na minha opinião, valeu a pena ver o filme antes e depois de assistir a apresentação! É bom conhecer a história principalmente se você não tem muito conhecimento da língua inglesa, ou você corre o risco de ficar meio perdido…

Esse foi o único musical que assisti em NY, mas tenho certeza que todos os outros devem ser tão sensacionais quanto! Já tive a oportunidade de assistir aqui no Brasil ao Rei Leão, que é exatamente igual ao espetáculo apresentado em NY, e posso dizer com absoluta certeza que é incrível também! Não é a toa que são chamados de musicais da Broadway!IMG-20150806-WA0038

Infelizmente a peça Mamma Mia não está mais em cartaz em NY… Fui assistir a uma das últimas apresentações! Acho que esse fato fez a peça ter ficado ainda mais especial!

Saindo do teatro tiramos algumas fotos enquanto esperávamos o ônibus! Assim que entramos no ônibus e seguimos nossa viagem de volta ao campus, tivemos a chance de atravessar e ver um pouquinho da Times Square com suas luzes ofuscantes no meio da noite (ignore na foto os espelhos do ônibus atrapalhando a vista… Hahahaha).

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Pouco tempo depois estávamos novamente no campus com uma rica experiência pra contar! Termino por aqui o relato sobre o musical Mamma Mia, escreverei agora informações relativas aos ingressos!

Quando você visita a Times Square é quase impossível deixar de notar uma enorme escada vermelha em um os lados… Além de ser um ótimo lugar para tirar fotos, embaixo daquela escada existe um enorme guichê da empresa TKTS, que vende os ingressos remanescentes das peças de teatro da Broadway que estão para começar em poucas horas! Para compensar, os descontos são de até 50%! Entretanto, como todos querem conseguir um ingresso com um preço mais baixo, as filas para comprar costumam ser gigantes!

Se você der sorte, pode tentar conseguir um ingresso na própria bilheteria do teatro alguns minutos antes de começar a peça! Também com desconto, esses ingressos geralmente precisam ser pagos em dinheiro e pode ser que você enfrente fila para comprá-los.

Finalmente, se todas as opções disponíveis forem muito fora do orçamento, você pode ir assistir a um espetáculo Off-Broadway! A diferenciação entre um espetáculo Broadway e um Off-Broadway é que, nesse último, os teatros são menores e não se localizam tão perto do cruzamento da Times Square. Mas não se deixe enganar! Essas peças costumam ser mais baratas e são tão boas quanto as da Broadway!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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