Outlets próximos a NY!

Hello!!

Na postagem de hoje falarei um pouco mais sobre três Outlets próximos a NY para quem quer aproveitar a viagem ou o intercâmbio para fazer algumas comprinhas!!

Eu visitei dois deles, o Woodbury Common Premium Outlets e o Palisades Center, esse último é na verdade um shopping com carinha de Outlet! O terceiro que falarei aqui eu não visitei, mas tive amigos que foram. Escreverei, então, a partir dos comentários dessas pessoas!

Woodbury Common Premium Outlets – Localizado a aproximadamente 45 minutos de Tarrytown e a 1 hora de Manhattan, todos trajetos para chegar até ele passam por um pedágio. Fui até ele de táxi com minhas roommates, partimos de Tarrytown. O valor para ir foi US$ 100,00 e o de volta foi US$ 75,00 (o valor se refere ao táxi, não importando quantas pessoas o utilizassem). Achei ambos os preços BEM salgados, entretanto já estávamos com o horário bem apertado quando saímos e tivemos que pegar um dos táxis que estavam na porta do campus. É claro que o taxista aproveitou da nossa inocência para enfiar a faca… Na volta tivemos que pedir um número para chamar o táxi para uma moça que também estava esperando um táxi! Nunca deixe de ter salvo no seu celular pelo menos um número para não ficar na mão!!

Chegando lá procuramos por algum local que nos oferecesse um mapa, já que o local é gigante e não fazíamos ideia por onde começar! Não me lembro bem ao certo onde foi que os encontramos, mas depois que entendemos a geometria do lugar ficou mais fácil de se localizar! A entrada possuí um gigante estacionamento com um círculo de lojas em volta. No lado oposto à entrada é onde estão todas as outras lojas distribuídas em caminhos “circulares”. No mapa abaixo dá para entender melhor!

WoodburyCommonPremiumOutlets

Gastamos um dia inteiro nesse Outlet, chegamos aproximadamente 10 da manhã e fomos sair mais ou menos 5 da tarde (cheias de sacolas!). Almoçamos por lá, existe uma enorme praça de alimentação com várias opções de restaurante; o único problema foi conseguir encontrar uma mesa para sentar já que o local estava lotado!

Em relação às lojas eu gostei bastante, a maior parte são lojas de marca com preços que realmente valem a pena mesmo com o dólar a 4 reais (sim, essa era a cotação com as taxas quando eu fui em julho/2015…)! Comprei várias blusinhas por um preço de aproximadamente US$ 15,00 cada uma, um moletom da GAP por US$ 15,00, um tênis Adidas por US$ 60,00 (daqueles modelos que eu pagaria uns RS 400,00 aqui no Brasil) e duas bolsas, uma da Kipling para mim por US$ 40,00 e uma da Michael Kors para minha mãe por US$ 56,00! Considero o saldo do dia bem positivo! Consegui pegar uns preços ótimos e várias promoções!

O local em si é uma gracinha! Agradável de andar e bem sinalizado. Só senti um pouco de falta de locais com sombra, o Outlet inteiro é a céu aberto… Fazia muito sol e muito calor quando eu fui, era praticamente impossível andar sem óculos escuros! Ressalto aqui que é super importante passar protetor solar sempre que for andar sob o sol, por mais fraco que ele seja!! Use sapatos confortáveis e roupas que não sejam tão difíceis de tirar, já que você irá passar o dia todo trocando de roupa.

(Para acessar o site do outlet, clique aqui).

Palisades Center – Localiza-se a aproximadamente 15 minutos de Tarrytown e a 50 minutos de Manhattan (rota com pedágio). Eu e mais dois amigos brasileiros pegamos um táxi na porta da EF por US$ 40,00 e para voltar fomos até o ponto de táxi do shopping e pagamos US$ 30,00 (os valores, novamente, referem-se ao táxi e não por pessoa). Existe também um ônibus que faz o trajeto Tarrytown-Palisades em aproximadamente 40 minutos; as pessoas que foram me disseram que é super tranquilo.

Como eu já citei no começo do post, o Palisades não é bem um outlet mas sim um shopping. A diferença é que ele é um shopping com várias das lojas que nós brasileiros apreciamos, como Forever 21, Victoria Secrets, Abercrombie & Fitch, Aeropostale, GAP, Macy’s… (Para ver a lista completa das lojas e ter acesso ao site, clique aqui).

Chegamos aproximadamente meio dia no local, almoçamos na praça de alimentação e partimos para as compras! Minha primeira parada foi a Forever 21, a segunda parada foi o segundo andar da Forever 21… A loja é tão grande que gastei a tarde toda praticamente escolhendo e provando roupas! Comecei escolhendo 5 regatinhas básicas (aquelas típicas da Forever), uma de cada cor; fiquei impressionada com os incríveis US$ 1,90 que paguei em cada uma! Fui colocando em uma sacola várias roupas, quase não conseguia mais olhar as roupas direito nas araras sem ficar esbarrando na minha própria sacola! Dos produtos que separei levei uma calça jeans por US$ 10,00 e uma saia por US$ 6,00, além das blusinhas! Quando achei que não dava pra segurar mais nada nas minhas mãos eu fui procurar o provador. Descobri que ficava no segundo andar, até aí tudo bem. Até que eu subi… E me deparei mais e mais roupas! Assim que cheguei na sessão infantil descobri mais uma infinidade de regatinhas básicas e peguei mais duas!

Como eu não aguentava mais olhar e nem segurar roupas, fui direto ao provador. Nunca tive na vida uma calça jeans que serviu tão bem! Sem ajustes na cintura, sem ajustes na barra; simplesmente foi feita para mim! Provei tudo, separei o que serviu e fui para o caixa. Chegando na fila para pagar me deparei com várias maquiagens e acabei incluindo na minha sacola uma base em pó!  O saldo nessa loja foi: 7 regatinhas, 1 saia, 1 calça jeans e uma base em pó por incríveis US$ 48,42! Considero essa como uma das melhores compras que já fiz na vida!

Saindo de lá fui até a Victoria Secrets e comprei vários cremes, tanto para mim como para levar de presente para algumas amigas. Estavam todos em promoção, paguei 1/3 do valor original de cada frasco!

A essa altura já eram mais de 5 da tarde e decidimos voltar para o campus.

*Tanto as compras no Outlet quanto as compras no Palisades são taxadas no valor final em aproximadamente 4,3% nas roupas e em 8,4% em acessórios (o que acaba sendo tudo o que não é roupa).*

Jersey Gardens – Localizado em New Jersey a aproximadamente 1 hora de Tarrytown (trajeto com pedágio) e a 30 minutos de Manhattan, esse outlet é talvez um dos mais procurados pelos turistas por não possuir acréscimo das taxas! Ou seja, o valor que está afixado na peça é o valor final, sem que se acrescente 4,3% no preço! Meus amigos brasileiros juntaram um grupo de 12 pessoas e contrataram uma van por US$ 300,00 . Assim que chegaram, os que eram maiores de 18 e apresentaram o passaporte ganharam um bloquinho com vouchers de desconto para quase todas as lojas!

No Jersey Gardens é possível encontrar quase todas as lojas que se tem também no Woodbury (clique aqui para ver a lista) e a maioria delas é muito barata, mais barata do que o normal; isso porque a maioria das peças são de coleções passadas (um verdadeiro Outlet). O espaço é bem grande, são vários andares e a estrutura é muito bem montada. Todos que foram disseram que valeu muito a pena!

Termino por aqui de falar sobre os Outlets! Espero que tenha gostado da postagem! Semana que vem colocarei a última postagem do blog, na tradicional segunda-feira… Infelizmente, os relatos estão chegando ao fim!

See you!!

 

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Brooklyn Bridge, Wall Street e High Line!

Hello!!

Hoje escreverei sobre um dos passeios mais marcantes da minha viagem, o dia em que conheci a Brooklyn Bridge, o distrito financeiro e a High Line! Quem me acompanhou nesse passeio foi meu grande amigo Alex, que já escreveu aqui para o blog também (clique aqui  e aqui para ler)!

Nesse dia, eu e o Alex almoçamos e, enquanto almoçávamos, começamos a definir qual seria o roteiro. Cogitamos fazer várias coisas e no fim acabamos combinando o seguinte: desceríamos numa estação de metrô perto da Brooklyn Bridge e a atravessaríamos de bicicleta, andaríamos por Wall Street para conhecer o distrito financeiro e terminaríamos o dia vendo o pôr do sol na High Line. O tempo para fazer tudo isso estava folgado, talvez desse para vermos outras coisas ainda pelo caminho!

Saindo de Tarrytown, descemos na Marble Hill para pagar menos na passagem do trem, já que de qualquer forma iríamos usar o metrô para chegar até a ponte do Brooklyn (se quiser saber mais como isso funciona, clique aqui). Pegamos a linha 1 vermelha até a Chambers St., onde fizemos uma baldeação para a linha A azul e, logo depois, descemos na estação High Street. Esse trajeto de metrô demorou aproximadamente 1 hora e 15 minutos!

Saindo da estação não fazíamos ideia para qual lado seguir, entretanto, existia um enorme fluxo de turistas indo em uma direção. Não pensamos duas vezes e começamos a ir também! Não muito tempo depois começamos a ver a ponte com toda sua imponência. Andando mais um pouco chegamos em uma espécie de cais e, sem que nos déssemos conta, estávamos tendo uma das melhores visões possíveis de Manhattan!

 (clique nas fotos para ampliar)

Andando mais um pouco por esse cais encontramos um bom local para bater fotos. A tarde daquela terça-feira estava linda: o céu azul e com nuvens, o sol brilhando e a temperatura super alta! (aproveito para reforçar aqui a importância de passar protetor solar mesmo quando o sol estiver fraco!)

Estávamos encantados com essa vista! Mesmo depois de três semanas eu ainda não conseguia acreditar que estava em New York e que, infelizmente, minha viagem estava chegando ao seu fim! Aproveitamos para tirar mais algumas fotos.

Começamos a voltar, um pouco antes de adentrar o cais havíamos visto um local que fazia aluguel de bicicletas. Chegando lá perguntamos como funcionava e o moço nos disse que o aluguel era de US$ 10,00 por hora e que poderíamos devolver a bicicleta do outro lado da ponte num local que ele nos apontou no mapa. O pagamento seria realizado na chegada, porém tivemos que fornecer um número de cartão de crédito como garantia.

Pegamos nossas bikes, subimos nelas e começamos a pedalar. O cais estava localizado quase que na metade da ponte, ou seja, olhando de onde estávamos a ponte estava quase na metade de sua extensão. Tivemos que voltar um bom trecho para conseguir chegar até seu começo. O caminho foi bem tranquilo, é bem comum ver turistas e até mesmo os nativos andando de bicicleta nas laterais das ruas. É super seguro desde que você não invada o espaço dos carros e respeite as regras de trânsito locais (que são praticamente as mesmas existentes aqui no Brasil, como por exemplo: não atravessar a rua pedalando, e sim andando com a bicicleta ao seu lado).

Chegando quase no começo da ponte estávamos andando por um caminho lateral que me pareceu ser um local onde não poderíamos estar andando… Havia uma guarita policial e o local era todo cercado! Paramos para pedir informação de onde era o início da ponte e o guarda gentilmente nos indicou que não estava tão distante assim! Mais um minuto de pedalada e, finalmente, começamos a subir a ponte!

Vale ressaltar que eu disse subir a ponte, e não atravessar… O primeiro trecho do passeio é uma subida MUITO íngreme! Não aguentamos subir direto e tivemos que parar no meio do caminho para recuperar o fôlego! É claro que a parada não foi tão à toa assim, aproveitamos para tirar algumas fotos!

E continuamos a nossa subida. Parecia que a parte alta da ponte não chegava nunca! Como o caminho é dividido em dois, uma parte para os pedestres e outra para os ciclistas, tivemos que nos manter o tempo todo do lado direito dividindo a pista com quem ia e vinha. Não foi fácil, havia bastante gente lá naquele dia! Quando eu achei que teríamos que parar novamente para recobrar o fôlego, o caminho ficou reto! Entre os pilares da ponte o trajeto inteiro é plano e, finalmente, conseguimos relaxar e respirar um pouco!

A terceira parte da ponte foi a mais legal… Não sei bem ao certo quanto tempo demoramos pra subir, mas posso garantir que descemos a ponte em menos de 2 minutos! Foi incrível sentir todo o esforço da subida recompensado enquanto a bicicleta descia somente com a força da gravidade!  Apreciamos a vista de Manhattan se aproximando de nós juntamente com o vento batendo no rosto!

Chegando no fim da ponte começamos a procurar o local que o rapaz havia nos indicado para devolver a bicicleta. Começamos a dar voltas. E mais voltas. E mais voltas. Paramos para pedir informação, nos indicaram o caminho. Seguimos por longos minutos e paramos para descansar na sombra enquanto pensávamos o que fazer, já que não encontrávamos o local de devolução do aluguel de forma alguma!

Eu lembrava que era em algum lugar localizado do lado esquerdo da ponte, e a única coisa que havia lá era um parque. Seguimos então para o parque. Nessa altura do campeonato já estávamos andando há mais de uma hora e nos localizávamos próximos do complexo World Trade Center. Pegamos o caminho que nos levaria até o parque.

Dentro desse parque, o Battery Park, demos mais voltas. Em um determinado momento pegamos um caminho que margeava o rio Hudson e fornecia uma visão ao longe da Estátua da Liberdade! O sol estava começando a ficar mais baixo. Foi uma visão maravilhosa, porém estávamos com pressa para devolver a bicicleta! O aluguel já iria completar duas horas! Quando chegamos ao outro extremo do parque atravessamos uma espécie de porto de embarque e desembarque e, quando menos esperávamos, avistamos uma barraquinha com o nome da empresa que havíamos alugado a bicicleta… Aquele momento foi como encontrar a luz no fim do túnel! Chegamos lá super cansados e suados, já que o dia estava muito quente. O rapaz nos perguntou se havíamos gostado do passeio e explicamos para ele tudo o que havia acontecido! Ele pediu para que entregássemos a ele o papel do aluguel para fazer a cobrança. Para nossa surpresa (e talvez sorte) o rapaz do local onde retiramos as bicicletas se esqueceu de anotar o horário de início do aluguel! Ou seja, não era possível saber quanto tempo havíamos ficado com a bicicleta! Entendendo toda a situação, o rapaz cobrou o aluguel somente por uma hora! Ficamos aliviados!!

Saindo do parque não nos aguentávamos de calor e sede! Nossas garrafinhas já estavam vazias a essa altura! Pedimos indicação para chegar ao Starbucks mais próximo, que não era muito distante. Entrando lá pedimos umas bebidas bem geladas, sentamos num sofá e começamos a tentar entender o que havia acontecido… Estávamos um tanto quanto atordoados! Depois de relaxar, refrescar e hidratar, continuamos nosso passeio.

Seguimos em direção ao Charging Bull, um dos grandes símbolos e ponto turístico do Centro Financeiro de Manhattan! Andamos alguns minutos até que achamos estar seguindo na direção errada. Paramos para pedir informação a um policial em frente a um parque. Ele todo simpático nos apontou para o outro lado do parque, onde avistamos uma multidão em volta de uma estrutura metálica. Agradecemos e começamos a ir. Nesse momento o Alex me para e fala: “Vamos pedir pra tirar uma foto com o guarda, ele foi tão legal com a gente!” e eu digo: “Ok!”… Chegamos no guarda e falamos: “Você foi tão legal, pode tirar uma foto com a gente?” e ele respondeu: “Claro!”, colocou seus óculos escuro e fez cara de mau. Nesse momento colocamos nossos óculos também, nos aproximamos do guarda e batemos a foto… Talvez essa tenha sido uma das fotos mais marcantes, uma das mais engraçadas e uma das que possuí mais história para contar! Sem mais delongas, a foto:

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IMG_0967Agradecemos a foto e atravessamos o parque para conhecer o famoso Charging Bull. Havia muita gente naquele lugar… Todos tentando tirar foto com a cabeça do touro. Enquanto isso, algumas pessoas iam atrás do touro e passavam a mão em um local bem, digamos, peculiar! Já havia lido sobre isso: dizem que o ritual traz sorte e dinheiro. Resolvi não perder a chance e pedi para o Alex registrar o momento em uma foto (a mais constrangedora e engraçada de todas)…

Depois de esperar algum tempo, a grande multidão do local foi se dispersando e conseguimos tirar uma foto mais “bonita” do que a anterior… Hahahahahaha!

A visão dessa pontinha de bifurcação de rua proporcionou uma visão maravilhosa!

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Seguimos andando por entre as ruas e fomos parar no meio do distrito financeiro! Infelizmente não tirei fotos, mas foi incrível observar os novaiorquinos engravatados e as mulheres com saias e salto alto correndo de um lado para o outro, desviando dos turistas que assim como nós estavam encantados com a atmosfera local!

Como o sol estava começando a ficar perto do horizonte decidimos ir até a High Line ou não conseguiríamos chegar a tempo de vê-lo se pôr! Pegamos o metrô na estação Rector St. e seguimos na linha 1 vermelha até a 14 St. Station, onde descemos. O trajeto demorou aproximadamente 20 minutos. Quando saímos da estação e vimos o céu começamos a ficar preocupados… O sol estava quase no horizonte. Começamos a correr em direção ao Chelsea Market, onde poderíamos subir na High Line . Atravessamos todo o mercado praticamente correndo e por isso não tiramos fotos. O local é maravilhoso, uma antiga fábrica da Nabisco onde o biscoito Oreo foi inventado! Hoje, o espaço abriga diversos restaurantes e lojas com os mais diversos alimentos e especiarias.

Saindo do outro lado do mercado avistamos a escada para subir na High Line. Chegando lá percebemos que o sol havia acabado de se pôr… Não ocorreu tudo conforme havíamos planejado, porém ainda conseguimos pegar o finalzinho do espetáculo!

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Aproveitamos para andar pelo local, um parque montado onde antes passavam vários trens. Os trilhos foram conservados e são um dos maiores charmes do local, além, é claro, da vista de Manhattan, da natureza no meio da selva de pedra e da arquitetura dos prédios próximos! Eu adorei esse lugar, tão calmo que nem parece que estávamos no meio de uma das cidades mais movimentadas do mundo!

Andamos quase até o final da linha e descemos numa escada que dava no cruzamento da 10th Ave. com a 30th St. A essa hora do dia estávamos com fome. Sugeri ao Alex de irmos até a Carlo’s Bakery, já que iríamos voltar andando até a Grand Central e de qualquer forma passaríamos bem ao lado do local. Ele aceitou e seguimos andando pela 9th Ave., uma das avenidas mais calmas da região quando comparada, por exemplo, com as movimentadíssimas 5th e 7th Ave. Quando chegamos na Carlo’s Bakery o céu já estava anunciando o início da noite.

O final desse relato eu contei na postagem que fiz sobre a doceria, já que por ser um ponto turístico a parte mereceu um post só para ela! Para ler, clique aqui! Encerro minha postagem dizendo que esse foi o melhor passeio que fiz durante minha viagem! Foram as risadas, as tantas paisagens diferentes, as reviravoltas e a presença de uma ótima companhia que proporcionaram diversas histórias para contar sobre a ensolarada tarde de terça-feira do dia 28/07/2015.

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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Sleep Hollow – A cidade do Cavaleiro sem cabeça

Hello!!

A postagem de hoje vai ser um pouquinho diferente… É sobre um passeio que considero muito legal na cidade de Tarrytown mas que acabei não fazendo! Por isso, pedi ajuda para o Alexandre (o Alex), um dos meus amigos do intercâmbio, que fez esse passeio e hoje vai escrever um pouquinho mais sobre o assunto!

E ae gente!! Estou passando aqui pelo blog da Nathy para contar um capítulo muito legal de meu intercâmbio pela maravilhosa Tarrytown.

Vamos lá,

7 de Agosto de 2015, penúltimo dia de meu intercâmbio, resolvi ir para assustador castelo de Sleep Hollow e, claro, não fui sozinho. Simone (a Si) foi junto comigo. Por volta das 13 horas (horário de New York) pedimos um táxi para ir até o castelo que se localiza no lado oeste da cidade, se precisar de um mapa ou de informações a biblioteca de Tarrytown é um ótimo local para se obtê-las (lado leste da cidade).

O táxi ficou US$8 dólares. Chegando no local o taxista pergunta se você prefere descer no portão ou que ele te deixe na frente do castelo. Existe essa opção porque o castelo está em uma área de 70 hectares e ele se localiza no centro dela. Decidimos descer no portão e ir vendo o local que é simplesmente lindo, as árvores, a grama, até a marmota (o animal) que encontramos no caminho.

Chegando no castelo, achávamos que poderíamos entrar e conhecer o castelo, mas não! A 100 metros do castelo existe uma área de conveniência, com bugigangas referentes ao local e foi lá onde compramos tickets para fazer um tour pelo castelo. O preço é de U$20 dólares, mas como estávamos estudando na EF pagamos U$10 dólares. O tour acontece de 40 em 40 minutos. O custo-benefício não vale a pena, o tour é valido se estiver realmente interessado em conhecer por dentro do castelo, que é absolutamente esplêndido, tudo conservado e não se vê nada fora do lugar, muito legal!

Nesse tour eles contam a historia do morador desse castelo, que foi o primeiro prefeito de New York e da famosa lenda do cavaleiro sem cabeça “Sleep Hollow”. O foco desse passeio foi ver se realmente havia cabeças no banheiro do castelo e ficamos sabendo que a decoração sanguinária só acontece no Halloween, então, se estiver passando por Tarrytown  na época das bruxas, você tem a obrigação de passar por Sleep Hollow e ver cabeças rolando!

Acabando o tour ficamos livres para fazer o que quiséssemos. O lugar é imenso, então fomos conhecer mais desses 70 hectares. Há uma estufa com plantas, um jardim de rosas, uma capela, uma fonte dos desejos e uma vista linda do castelo para a ponte Tappan Zee que está sob rio Hudson. O local é maravilhoso, há a possibilidade de levar seu cão para passear, fazer picnic no gramado, cinema ao ar livre… Ocorrem até casamentos lá!

O lugar é extremamente relaxante, poucas pessoas vão e então só o barulho dos pássaros é ouvido. A única crítica que tenho é que como não tínhamos carro tivemos que ir embora de táxi e para conseguir um foi meio difícil (se estiver de carro, lá tem estacionamento gratuito). De resto, vale a pena passar uma tarde, não haverá arrependimento!

Obrigado Nathy!! Aí está uma breve resenha do penúltimo dia das melhores seis semanas da minha vida! GRATO por essa participação no Blog.

Muito obrigada pelo post, Alex!! Para ler o outro post que o Alex escreveu, clique aqui!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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O primeiro dia de aulas na EF NY + Tour para o Rockfeller Center!

Hello!!

Nesse dia, logo que acordei, a primeira coisa que vi foi que minhas outras duas roommates haviam chegado! Uma delas era espanhola e a outra russa. (Alguns dias depois a espanhola trocou de quarto e foi para o do lado para poder ficar junto da irmã gêmea; com isso uma dinamarquesa mudou para o G315). Depois de bater um papo fui tomar café juntamente com os brasileiros e a mexicana. Era o primeiro dia de aula, estávamos com as emoções a mil e não víamos a hora de conhecer um pouco mais daquele mundo.

No dia anterior (você pode ler tudo o que aconteceu clicando aqui) havia recebido um cronograma com todos os eventos para quem estaria começando os cursos naquele dia (05 de Julho de 2015).

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O post vai ser baseado nessa imagem, já que tudo o que fiz nesse dia foi baseado nesses horários.

Logo que terminamos o café, a maioria de nós se dirigiu até a frente do Spellman Auditorium onde recebemos algumas instruções e logo entramos. Lá a diretora da escola deu uma pequena palestra sobre o funcionamento do Campus e fez algumas atividades. Nesse dia a escola estava gravando um vídeo promocional na escola (clique aqui para ver) e todos nós tivemos que repetir uma série de vezes o que nos pediram para as gravações! A cena em questão é a última do vídeo!

Logo que saímos do Auditório fomos conduzidos por um infinidade de corredores até chegar em uma sala onde estavam fazendo uma nova verificação dos documentos, verificando os níveis dos testes de nivelamento e vendendo tanto vale-refeições (que eram 10 por 50 dólares) quanto os ingressos para o Welcome Tour. Depois de passar pela verificação dos documentos entramos em uma fila e uma moça veio falando com cada um. Ela explicava que tinha em mãos o resultado dos testes de nivelamento e que iria bater um papo para verificar se estávamos no nível correto. É uma conversa bem descontraída, ela me perguntou de onde eu era e o que eu iria fazer de faculdade. Com isso ela se despediu e pediu para que eu continuasse até a próxima fila se quisesse comprar alguma coisa.

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É claro que ninguém perdeu a oportunidade de ir ao Welcome Tour e de cara já subir no Rockfeller Center! Custou U$ 55,00 a entrada mais o trem de ida e volta; alguns funcionários iriam ser nossos guias.

Depois disso fomos almoçar e tínhamos um tempinho até o horário do Tour. Aproveitei para conhecer um pouco mais minhas roommates e o Campus que já não era mais tão estranho assim!

Quando deu o horário fomos todos até o ponto de encontro e recebemos uma série de instruções e papéis que tornaram-se MUITO úteis durante a viagem. Alguns deles já mostrei em postagens aqui do blog, como o cronograma de horários do trem, a tabela de preço dos táxis, alguns papéis com atividades para se fazer em Manhattan… Enfim!

Estávamos em um grupo gigante, mais de 100 pessoas! Para isso, nos dividiram em grupos e cada grupo tinha um guia. Aos poucos fomos saindo do local e nos dirigindo até a estação de trem de Tarrytown, mas não sem antes fazer uma parada pra foto!

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Todos brasileiros, menos a última menina que é italiana!

Chegando na estação de trem atravessamos uma passarela e fomos parar em uma ilha entre dois trilhos. Não demorou muito e começamos a escutar o barulho do trem chegando! Logo que entramos sentimos pela primeira vez a sensação do paraíso do ar-condicionado (clique aqui para ler mais sobre o trem)! No caminho tentei tirar algumas fotos do rio Hudson mas a janela estava suja…

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Aproveitei o tempo dessa viagem no trem para passar protetor solar. No verão é indispensável! O sol é bem forte e você pode passar horas queimando se não tomar cuidado!

O caminho parecia interminável. Estava super ansiosa e animada para conhecer Manhattan, ver com meus próprios olhos tudo aquilo que já havia visto mil vezes em filmes, fotos, vídeos. Algum tempo depois finalmente chegamos na Grand Central Station. Eu não conseguia acreditar que estava lá e, enquanto tirava fotos, a única coisa que eu conseguia imaginar eram os bichos do filme Madagascar… Hahaha! Brincadeiras a parte, esse foi o único dia que tirei foto da Grand Central. Seja pela correria para pegar o trem ou pela desculpa do “depois eu tiro”, acabei não tirando mais nenhuma foto.

(Clique nas imagens para ampliá-las)

Tiramos uma grande foto em grupo que prometeram que seria postada na página da EF no Facebook, mas nunca esteve lá…

Aos poucos fomos indo para o lado de fora e, pela primeira vez, estava pisando em Manhattan. Foi mágico, animador, intenso, tudo ao mesmo tempo! Enquanto seguia o grupo aproveitei para tirar algumas fotos da Big Apple.

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O ingresso

Andamos um bom trecho até que chegamos ao Rockfeller. Não tirei fotos do lado de fora, mas em compensação tirei MUITAS fotos do topo, carinhosamente apelidado de Top of the Rock.

Ao entrar no prédio passamos por um detector de metais, tiramos uma foto em grupo e pegamos uma fila para subir com o elevador. Uma dica: enquanto estiver lá dentro preste atenção no teto!

 

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A foto é bem zoada, mas o que vale é a recordação!

Assim que chegamos no topo foi uma experiência inacreditável. Até ali eu não tinha me dado conta de onde eu estava, parece que a ficha ainda não tinha caído. Foi quando eu vi tudo aquilo de cima que eu percebi: eu realmente estava em New York, New York!

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Saindo de lá nos dividimos em dois grupos. Um foi para a Times Square e o outro, o qual eu estava, foi para a Apple Store! Andamos vááários quarteirões até chegar lá. Nos primeiros dias, isso é um pouco cansativo mas com o tempo você acaba acostumando. Na última semana andei praticamente por todo o sul de Manhattan sem precisar parar para pegar fôlego!

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O prédio de vidro é um ponto turístico!

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Acredite: o que mais tem nessa foto são brasileiros!

 

Enquanto alguns dos brasileiros faziam suas compras eu aproveitei para comer um dos típicos cachorros-quentes daqueles food-trucks novaiorquinos! Estava uma delícia! Não fique se preocupando muito com a limpeza desses carrinhos, o que importa, no final das contas, é o sabor e a experiência!

Depois disso voltamos a pé para a Grand Central. Foi uma longa caminhada, mas como eu já disse, com o tempo você acaba acostumando e criando espírito de viajante! Chegamos a tempo de pegar o trem que queríamos para chegar mais ou menos 22:00 no Campus. Estávamos todos muito cansados, mas como já disse em outra postagem, NÃO DURMA NO TREM! Chegando lá pegamos um táxi para não ter que subir o morro e fomos direto para nossos quartos, super cansados porém felizes! Muito felizes!

Aproveitei para verificar meus horários do dia seguinte que já estavam disponíveis e descobri que havia sido classificada como B-2 em proficiência no inglês (se quiser saber mais sobre como isso funciona, clique aqui)!! Minha roommate mexicana estava na mesma sala que eu, o que nos deixou muito felizes e aliviadas em saber que conheceríamos pelo menos uma pessoa dentro da sala… Não preciso nem falar que fazíamos nosso dever juntas e trocávamos experiências dentro da sala de aula naturalmente, sem ter medo algum.

Depois de um longo e renovador dia fomos dormir, com a certeza de que experiências ainda melhores estavam por vir!

Espero que tenha gostado da postagem! Posts novos toda segunda-feira!

See you!!

 

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